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Volkswagen T-Roc. Tudo sobre o renovado SUV «Made in Portugal»

O SUV feito em Portugal acaba de ser melhorado e renovado. O Volkswagen T-Roc eleva a qualidade de materiais e retoca o design para uma entrada confiante no nosso mercado no final de fevereiro de 2022.

No final de 2017 chegou ao mercado o Volkswagen T-Roc, um SUV compacto assente sobre a plataforma do Golf (MQB) e que, para nós portugueses, tinha a particularidade de ser o automóvel mais importante para a indústria automóvel nacional, tudo porque era (e é) produzido na Autoeuropa, em Palmela.

Desde então foram vendidos um milhão de T-Roc, 700 000 na Europa e um pouco mais de 300 000 na China (uma versão produzida localmente, com maior distância entre eixos), o que faz do Volkswagen T-Roc um dos SUV compactos mais bem sucedidos no mercado.

Agora, para manter o T-Roc na «rota do sucesso» a marca alemã renovou o SUV “Made in Portugal”. E se no exterior as mudanças foram discretas, o mesmo não aconteceu no interior, área para a qual a Volkswagen reservou a maioria das novidades.

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Volkswagen T-Roc
Desde o T-Roc R até ao Cabrio, nenhuma versão do T-Roc “escapou” à renovação.

Interior totalmente novo

Com esta renovação o interior do SUV alemão foi alvo de uma autêntica revolução, tanto ao nível do design, como dos revestimentos, de qualidade superior.

Até agora o Volkswagen T-Roc via a zona central do tabliê estar direcionada para o condutor e o monitor central do sistema de infoentretenimento surgir integrado no tabliê. Mas agora, o ecrã central deixou de estar integrado e passou para uma posição mais elevada e destacada.

Graças a isto, o ecrã (que continua a estar direcionado para o condutor) passou a estar na linha de visão direta do condutor, não obrigando a desviar o olhar da estrada quando é consultado ou tocado para acionar funções.

O volante também é novo e os comandos de climatização passaram a ser, parcialmente, digitais (cursores táteis), mantendo-se ainda alguns comandos físicos, o que acaba por ser uma solução equilibrada e intuitiva.

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Mas há mais. Além das novidades no capítulo da estética, o T-Roc passou a contar com um painel de bordo com secção superior de toque suave e agradável ao toque. Além de contribuir para uma melhor qualidade percebida, esta solução tem, normalmente, o dom de lidar melhor com a passagem do tempo e dos quilómetros.

Ainda no campo dos materiais, há novos revestimentos para os painéis das portas e para os bancos, com tecidos de qualidade superior, imitação de pele (nas linhas Style e R-Line) e até é possível optar por ter a zona central dos bancos num têxtil aveludado.

Instrumentação sempre digital

Outro claro progresso tem que ver com a instrumentação digital que passa a ser de série, seja o ecrã opcional de 10,25” ou o de 8” oferecido de série. O ecrã central do infoentretenimento pode ter 6,5”, 8” ou 9,2”, e conta com o sistema Discover Pro, que faz a melhor utilização possível do novo sistema operativo MIB3 que equipa os mais recentes modelos da marca.

Graças a esse sistema o T-Roc não só pode estar permanentemente online, como permite controlo por comandos de voz avançados e a integração sem fios dos já «obrigatórios» Apple CarPlay e Android Auto.

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Mais tecnologia e melhor luz

Outra das novidades do T-Roc surge no capítulo da iluminação, com os faróis em LED a serem oferecidos de série e as luzes de condução diurna a surgirem integradas nas óticas principais. Contudo, é para a versão de topo, a Style, que estão reservados elementos exclusivos de design e tecnologia.

É o caso das IQ. Light, uma matriz de 23 LED em cada um dos módulos do farol principal que serve para ativar diferentes funções de iluminação, algumas das quais interativas, podendo ser projetadas na estrada.

Tal como no novo Polo, há uma faixa transversal iluminada ao centro da grelha dianteira e na traseira foi criada uma nova superfície escurecida, de série em todas as versões. Com o IQ. Light os faróis têm um design específico com novos grafismos e funções de iluminação dinâmica.

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A evolução também se faz sentir ao nível dos sistemas de assistência à condução, com a inclusão, por exemplo, do Travel Assist que até aos 210 km/h pode tomar conta do volante, da travagem e da aceleração caso seja esse o «desejo» do condutor (que ainda assim deve manter as mãos na direção, podendo sobrepor os seus movimentos aos do sistema em qualquer momento).

Por fim, o portão traseiro passou a poder ter acionamento elétrico, com função de abertura e fecho através do movimento de um pé na zona por debaixo do para-choques traseiro.

Motores mantêm-se

Na oferta de motores não existem novidades (nem sinais de eletrificação), sendo possível escolher entre quatro unidades a gasolina e duas Diesel, em combinação com as caixas manual de seis velocidades ou automática DSG (dupla embraiagem) de sete velocidades.

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No lado da gasolina, temos um três cilindros com 1.0 TSI e 110 cv, um 1.5 TSI de quatro cilindros e 150 cv, um 2.0 TSI de 190 cv, e, claro está, a unidade exclusiva do T-Roc R, um quatro cilindros 2.0 TSI e 300 cv.

A oferta Diesel assenta no 2.0 TDI com 115 ou 150 cv, neste último caso podendo estar montado numa versão de quatro rodas motrizes (a única com suspensão traseira independente e não de eixo de torção como todas as outras).

O T-Roc Cabrio (que não é produzido em Palmela, mas sim na Karmann em Osnabruck) e do qual já foram vendidas 30 000 unidades desde o seu lançamento no início de 2020, só pode usar motores a gasolina (1.0 TSI e 1.5 TSI) e continua a ter uma distância entre eixos alongada em 4 cm, para que os lugares traseiros tenham mais espaço.

Volkswagen T-Roc Cabrio

Quando chega e quanto custa?

Com chegada prevista para o final de fevereiro de 2022, ainda não são conhecidos os preços finais em Portugal. Porém é esperado um incremento na ordem dos 500 euros na versão de entrada ou seja, cerca de 28 500 euros para o T-Roc 1.0 TSI e 34 200 para o Cabrio com igual motor.

Quanto à organização da gama, passa a ser feita da seguinte forma: T-Roc (base), Life, Style e R-Line, estes dois últimos colocados ao mesmo nível e variando somente no seu carácter, o primeiro mais elegante, o segundo mais desportivo.

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