Mercado

O mercado até pode estar em crise mas a BMW M não quer saber

Num ano em que o mercado automóvel foi abalado pelos efeitos da pandemia de Covid-19, a BMW M navegou "contra corrente" e bateu o seu recorde de vendas.

Não é preciso ser analista para perceber que 2020 foi um ano difícil para as marcas, com a pandemia de Covid-19 a levar a quebras consideráveis nas vendas. No entanto, há exceções e entre elas está a BMW M, a divisão mais desportiva da marca bávara.

Apesar de o Grupo BMW ter visto as suas vendas decrescerem 8,4% no ano passado, comercializando um total de 2 324 809 automóveis divididos pelas marcas BMW, MINI e Rolls-Royce, a verdade é que a BMW M pareceu imune à crise.

É que em 2020, venderam-se 144 218 automóveis da divisão mais desportiva da BMW, um crescimento de 5,9% face a 2019 e, acima de tudo, um recorde de vendas para BMW M.

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Modelos como os X5 M e X6 M são responsáveis pelo sucesso da divisão mais desportiva do construtor bávaro em 2020.

Segundo esta, o crescimento e o recorde de vendas devem-se ao sucesso dos cada vez mais omnipresentes SUV. Se bem te recordas, a gama da BMW M conta atualmente com nada mais nada menos que seis SUV (X2 M35i, X3 M, X4 M, X5 M, X6 M e X7 M).

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Não são só as vendas da BMW que trazem otimismo às hostes do Grupo BMW. Apesar de 2020 ter sido um ano atípico, o grupo alemão até viu as vendas crescerem face a 2019 no último trimestre do ano.

No total, nesse período estas ascenderam às 686 069 unidades vendidas, o que representa um crescimento de 3,2%. Mas há mais, também as vendas de modelos de luxo (os Série 7, Série 8 e X7) e dos modelos eletrificados cresceram no ano passado.

Falando dos primeiros, apesar de a BMW ter visto as vendas decrescerem 7,2%, os seus três modelos mais caros viram-nas crescer 12,4%, acumulando, em conjunto, 115 420 unidades comercializadas em 2020.

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Já os modelos eletrificados (tanto da BMW como da MINI), nos quais se inserem os híbridos plug-in e os 100% elétricos, subiram 31,8% face a 2019, com o crescimento dos modelos 100% elétricos a fixar-se nos 13% e dos híbridos plug-in nos 38,9%.

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