A Audi aderiu às molas em fibra de vidro: saibam as diferenças

02/07/2014
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Este tratamento compreende especial importância, uma vez que é através da interação entre estas camadas que se suportam mutuamente, que irá conferir à mola propriedades adicionais de compressão e torção. Desta forma as cargas de torção através da mola, são convertidas pelas fibras em forças de elasticidade e compressão.

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A fase final de produção

Na fase final de produção, a mola ainda se encontra molhada e mole. É nesta altura que é introduzida uma liga metálica com uma baixa temperatura de fusão, sendo depois a mola em GFRP, cozida num forno a mais de 100°, para que a liga metálica se possa fundir em harmonia, com o endurecimento da fibra de vidro.

Quais as vantagens destas molas em GFRP, face às tradicionais em aço?

Para além da vantagem óbvia do peso em cerca de 40% por mola, as molas em GFRP, não são afetadas pela corrosão, nem mesmo depois de muitos quilómetros já com riscos e estalos evidentes na sua estrutura. Para além disto são totalmente impermeáveis, ou seja, resistentes à interação com outros materiais químicos abrasivos, como é o caso dos produtos de limpeza para jantes.

Tem no ADN a paixão por automóveis, ainda no ventre materno já gostava de andar de carro. Atingiu na formação como mecânico de automóveis o nirvana do viver e respirar técnica automóvel. Define-se como um Gearhead/Petrolhead e tem a condução como o seu Elixir de Vida.