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Banco de potência

Mercedes-AMG GT Black Series foi ao banco de potência e não desiludiu

O V8 biturbo do Mercedes-AMG Black Series pode não ter a voz mais apaixonante, mas respira saúde, como esta ida ao banco de potência o demonstra.

Culpem os regulamentos anti-ruído e os filtros de partículas. Mesmo um «monstro» como o Mercedes-AMG GT Black Series, equipado com um possante 4.0 V8 biturbo (M178 LS2) com 730 cv de potência, vê o seu vozeirão irremediavelmente abafado.

Tim Burton, do conhecido canal Shmee150, é o dono de uma destas fantásticas máquinas e é da opinião que o som do V8 biturbo é tímido para a performance oferecida. Afinal, este foi, durante alguns meses, o carro de produção mais rápido no Nürburgring — destronado pelo Porsche 911 GT2 RS equipado com o kit opcional da Manthey Racing.

A solução? Levar o GT Black Series, que mantém as especificações originais, até às competentes mãos da OPUS, uma preparadora alemã nada estranha a extrair do GT Black Series tudo o que ele tem para dar, efetuar algumas modificações ao sistema de escape para lhe «limpar a garganta», e ganhar alguns cavalos de potência no processo.

VEJAM TAMBÉM: Bussink GT R. Designer alemão criou um Mercedes-AMG GT R Speedster

Mas antes de receber essas atualizações, podemos ver que é feita uma pequena inspeção ao desportivo alemão no elevador, seguida de um teste em banco de potência, para uma comparação devida entre o antes e o depois.

E… surpresa! O Mercedes-AMG GT Black Series eclipsou os valores de fábrica, acusando 776 cv de potência (à cambota) e 885 Nm de binário, respetivamente, mais 46 cv (730 cv) e 85 Nm (800 Nm).

Por esta altura já estamos acostumados a apanhar resultados como este, em que o motor que equipam estes desportivos ou superdesportivos apresentam números confortavelmente superiores aos oficiais.

Tal acontece, de acordo com Lukas Domogalla, diretor da OPUS Automotive GmbH, que também protagoniza este vídeo, com a necessidade dos construtores em garantir que o seu modelo debite os números anunciados, independentemente das condições (temperatura exterior ou qualidade do combustível, por exemplo).

Não admira, portanto, que tendam a ser algo conservadores quando divulgam os valores de potência e binário destes motores.

Um, dois, três Black Series

No vídeo podemos ainda ver outros dois AMG da garagem de Tim Burton, um C 63 AMG Black Series e um SLS AMG Black Series (detetamos uma clara preferência pelos exemplares mais radicais de Affalterbach).

Mercedes-Benz SLS AMG Black Series, Mercedes-AMG GT Black Series, Mercedes-Benz C 63 AMG Black Series
Da esquerda para a direira: Mercedes-Benz SLS AMG Black Series, Mercedes-AMG GT Black Series e Mercedes-Benz C 63 AMG Black Series. Que trio.

O C 63 AMG Black Series (6.2 V8 atmosférico, 510 cv), em particular, apesar dos 10 anos de vida, também é colocado no banco de potência e não desilude, mas o que capta a nossa atenção é o som que emana. Muito mais ribombante e dramático que o do GT Black Series — a não perder…

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