Desporto motorizado

As corridas da Roborace já começaram… e os acidentes também

A Roborace, a primeira competição automóvel com veículos autónomos já começou e o destaque foram os acidentes. A boa notícia? Ninguém ficou ferido.

Criada para promover e ajudar a desenvolver a tecnologia de condução autónoma a Roborace ganhou destaque nos últimos dias pelo facto de alguns dos concorrentes terem cometido erros tipicamente… humanos.

Depois de há dois anos um dos carros desta nova competição ter sido “apenas” três segundos mais rápido em Goodwood que um Mercedes Grand Prix de 1903, desta vez estes carros desiludiram pelo facto de parecerem ter alguma dificuldade em manter-se em pista.

No total ocorreram dois incidentes, curiosamente na mesma curva. No menos grave, o carro da Roborace começa por sair de pista e pisar a relva do circuito de Thruxton, acabando por fazer um pião quando tenta regressar à pista.

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Um acidente peculiar

Já o acidente ocorrido com o carro da equipa SIT Acronis Autonomous foi, no mínimo, peculiar. Neste caso o carro estava completamente parado e quando arrancou em vez de seguir em frente virou à direita ao encontro de… um muro!

A verdade é que ao vermos as imagens torna-se difícil não nos rirmos com a peculiaridade do acidente, fazendo lembrar o que acontece quando se dá um carro telecomandado a uma criança pequena (já reparaste que normalmente acaba por bater logo com ele numa parede?).

A boa notícia é que por se tratar de uma competição de veículos autónomos este acidente só teve como consequência danos materiais, não havendo feridos a lamentar. Ainda assim deixa no ar algumas dúvidas acerca da viabilidade atual das tecnologias de condução autónoma.

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Como funcionam as Roborace?

Nesta temporada Beta das provas de Roborace, esta competição funciona da seguinte forma: inicialmente as equipas efetuam uma volta ao circuito com o piloto de testes aos comandos do carro para este tirar notas da pista.

Em seguida o carro é parado na linha de meta, o piloto sai e então inicia-se um período de 30 minutos durante os quais as equipas têm três oportunidades para tentar obter o melhor tempo possível com o carro a conduzir-se de forma 100% autónoma.

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