Um MX-5 com mais de 250 cv? A BBR GTI tem

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Um MX-5 com mais de 250 cv? A BBR GTI tem

De série o Mazda MX-5 continua fiel aos motores naturalmente aspirados. Mas a BBR GTI não se coibiu de adicionar-lhe um compressor.

A conhecida especialista britânica em MX-5, a BBR GTi, volta à carga depois de há uns anos ter aumentado a potência do 1,5 l do Mazda MX-5.

Desta vez o foco esteve em extrair mais cavalos do motor 2,0 l Skyactiv-G usado na primeira fase do MX-5 (2015 a 2019; também chamada de ND1), que oferece de série 160 cv e 200 Nm de binário.

Enquanto no 1,5 l a «receita» passou pela adoção de um turbo, no 2,0 l a BBR GTi apostou antes num mais linear compressor.

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Mazda MX-5 BBR GTi vista dianteira 3/4

Os mais puristas poderão estar a lamentar o facto do motor ter deixado de ser naturalmente aspirado, mas os resultados justificam essa «traição».

E, para mais, ao apostar num compressor e não num turbo, a BBR GTI garante ao MX-5 uma resposta muito próximo à de um motor naturalmente aspirado.

Os números do MX-5 by BBR

No total a BBR oferece duas versões deste kit de transformação: Stage 1 e Stage 2.

A Stage 1 custa 4795 libras (cerca de 5532 euros) já com a instalação do kit e eleva a potência para os 228 cv e 271 Nm.

Contudo, é na Stage 2 que se centram todas as atenções. Associada a um sistema de escape em aço inoxidável, permite extrair 253 cv e 298 Nm do 2,0 l do Mazda MX-5. Com instalação custa 6495 libras, cerca de 7494 euros.

Mazda MX-5 BBR GTi motor

Segundo a BBR, o MX-5 Stage 1 cumpre os 0 aos 96 km/h (0 a 60 milhas por hora) em 5,3s enquanto com o Stage 2 esse tempo desce para os 5,1s — um ganho apreciável de dois segundo em relação ao Mazda MX-5 2.0 (ND1) de série, que demora 7,3s dos 0 aos 96 km/h.

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Recorde-se que a geração ND do MX-5 não foi a única a receber a «atenção» da BBR GTi — todas as gerações do MX-5 já receberam a sua atenção. Há cerca de dois anos, por exemplo, a preparadora britânica revelou o BBR MX-5 NC Super 225.

BBR MX-5 NC Super 225
O BBR MX-5 NC Super 225.

Tendo como ponto de partida o bloco 2,0 l (MZR LF-VE) que equipou a terceira geração do MX-5, a BBR GTi conseguiu extrair 227 cv em vez dos 160 cv originais. O melhor de tudo? O motor continuou a ser naturalmente aspirado.

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