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Web Summit 2021

Tomas Edwards, diretor da FLOW. “Petrolíferas são cruciais para a transição energética”

Numa era em que a eletrificação se está a tornar a regra, as petrolíferas vão ter de adaptar-se aos "novos tempos", defende Tomas Edwards, diretor de marketing da Flow.

Em Web Summit 2021

Depois do foco na condução autónoma, também discutiu-se no Web Summit os desafios da transição para veículos elétricos. A “madrinha” da masterclass onde se abordou este tema foi a portuguesa Flow — empresa portuguesa que se dedica a assessorar empresas na transição para frotas elétricas.

Para Tomas Edwards, diretor de marketing da Flow, o envolvimento das petrolíferas na eletrificação do automóvel não só é “inevitável” como é “crucial para o sucesso desta transformação”. A forte implementação territorial dos postos de abastecimento é apontado como um excelente ponto de partida para a necessária expansão dos postos de carregamento.

Nem mesmo o facto das petrolíferas continuarem a ter nos derivados do petróleo uma parte considerável do seu rendimento pode “servir de travão a esta colaboração”. Para o diretor de marketing da Flow, não existem dúvidas: o futuro dos postos de abastecimento passa pela conversão em postos de carregamento.

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bZ4X a carregar

Além do papel das petrolíferas, ainda houve tempo neste painel do Websummit para debater os desafios que as empresas enfrentam na eletrificação das suas frotas.

Alguns destes desafios dizem respeito à autonomia e ao efeito do peso das baterias na capacidade de carga. André Dias, CTO e fundador da Flow, desvaloriza e afirma que estas são “não questões”. Defende este responsável que já existem comerciais capazes de percorrer 300 km entre carregamentos e em segundo, que a diferença da capacidade de carga ronda, em média, os 100 kg a 200 kg.

Acerca da necessidade de instalar postos de carregamento nas empresas, o CTO e fundador da Flow relembrou que “até pode ser uma oportunidade”, havendo a possibilidade de permitir o uso público dos mesmos, ganhar algum dinheiro com eles, amortizando assim os custos operacionais.

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Para o fazer, André Dias ressalvou a importância de as empresas instalarem postos “à prova de futuro”, sendo crucial a conetividade dos postos. Além disto, num futuro com mais automóveis elétricos, a possibilidade de carregar o carro no trabalho acaba por poder ser vista como um benefício dado pela empresa ao funcionário.

Já para as empresas cuja atividade se reveste de alguma imprevisibilidade, André Dias apontou como solução uma planificação atenta e a integração dos dados enviados pelos automóveis, permitindo assim saber qual o veículo da frota com maior autonomia ou o que está mais próximo de um posto de carregamento rápido.

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