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A partir de 2024 todos os novos DS lançados serão apenas e só elétricos

A DS Automobiles também terá uma gama formada apenas e só por modelos 100% elétricos. O início da transformação começa em 2024.

Toda a gama de modelos da DS Automobiles já conta com versões eletrificadas (E-Tense) hoje, desde os híbridos plug-in nos DS 4, DS 7 Crossback e DS 9, ao totalmente elétrico DS 3 Crossback.

A forte aposta na eletrificação, onde todos os modelos lançados pela DS desde 2019 contam com versões eletrificadas, permitiu à marca premium da Stellantis ter a mais baixa média de emissões de CO2 entre todos os construtores multienergias em 2020, com um registo de 83,1 g/km. As versões eletrificadas na DS já correspondem a 30% do total de vendas.

O próximo passo seria, naturalmente, o de evoluir na eletrificação do seu portefólio e nesse sentido, também a DS Automobiles, como vimos noutros construtores, decidiu marcar no calendário a mudança para a sua completa eletrificação.

VEJAM TAMBÉM: Alfa Romeo 100% elétrica em 2027. DS e Lancia vão pelo mesmo caminho

2024, o ano chave

Assim, a partir de 2024, todos os novos DS lançados serão apenas e só 100% elétricos. Uma nova fase na existência do jovem construtor — nascida em 2009, mas só em 2014 tornar-se-ia uma marca independente da Citroën —, que começará com o lançamento da variante 100% elétrica do DS 4.

Pouco tempo depois, conheceremos um novo modelo 100% elétrico, com um novo design, que também será o primeiro projeto 100% elétrico de todo o grupo Stellantis com base na plataforma STLA Medium (esta será estreada um ano antes, com uma nova geração do Peugeot 3008). Este novo modelo contará com uma nova bateria de alta capacidade, com 104 kWh, que deverá garantir uma autonomia substancial de 700 km.

DS E-Tense FE 20
DS E-Tense FE 20. É com este monolugar que António Félix da Costa está a defender o título na temporada 2021. Jorge Cunha

A futura aposta exclusiva em elétricos será refletida na competição, com a DS, através da equipa DS TECHEETAH, a ter renovado a sua presença na Fórmula E até 2026, indo no sentido oposto das marcas premium alemãs, que já anunciaram a sua saída.

Na Fórmula E, o sucesso tem acompanhado a DS: é a única a ter vencido dois títulos consecutivos de equipas e pilotos — o último dos quais com o piloto português António Félix da Costa.

Por fim, a transição para ser um construtor de automóveis 100% elétricos será complementada pela redução da sua pegada de carbono na sua atividade industrial, alinhada com a abordagem empreendida pela Stellantis.

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