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Super-Híbrido

Confirmado. McLaren Artura: 3,0s até aos 100 km/h e 30 km a eletrões

O Artura é o primeiro modelo eletrificado de produção em série da McLaren e marca o início de uma nova era na marca de Woking.

Depois do P1, limitado a 375 unidades, e do exclusivo Speedtail (106 exemplares), cabe ao novo Artura ser o primeiro McLaren de estrada eletrificado produzido em série.

Posicionado praticamente ao nível do 720S na gama intermédia da marca de Woking, entre o GT de entrada e os Supercar Series, o Artura apresentou-se ao mundo há aproximadamente dois meses. Mas só agora ficámos a conhecer que números o seu “arsenal” garante.

Graças a um novo sistema propulsor que combina um inédito motor V6 biturbo de 3,0 litros com um motor elétrico de 94 cv, o Artura disponibiliza uma potência máxima combinada de 680 cv e um binário máximo de 720 Nm.

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McLaren Artura

A potência é enviada em exclusivo às rodas traseiras através de uma nova caixa automática de dupla embraiagem com oito velocidades (a 8ª é usada como overdrive para ajudar a reduzir o consumo a velocidades de cruzeiro e a marcha-atrás provém do motor elétrico).

A conjugação desta elevada potência com uma massa relativamente baixa — 1498 kg em ordem de marcha — faz com que o McLaren Artura seja capaz de acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,0s e chegue aos 200 km/h em meros 8,3s. Já a aceleração dos 0 aos 300 km/h demora 21,5s a cumprir-se, antes da velocidade máxima (eletronicamente limitada) ser atingida aos 330 km/h.

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McLaren Artura

A alimentar o motor elétrico deste novo superdesportivo híbrido está uma bateria de iões de lítio de 7,4 kWh de capacidade que oferece uma autonomia elétrica de até 30 km, ainda que neste modo, exclusivamente a eletrões, o Artura fique limitado aos 130 km/h de velocidade máxima.

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McLaren Artura

Isto permite que pequenos trajetos quotidianos possam ser feitos totalmente isentos de emissões, mas, ao mesmo tempo, tem um impacto muito positivo nas acelerações e retomas de velocidade. Segundo Richard Jackson, diretor de sistemas de propulsão na McLaren: “a resposta do acelerador é muito mais precisa e agressiva com a ajuda do motor elétrico, algo que já sabíamos quando desenvolvemos o P1 e o Speedtail, mas que agora foi possível melhorar”.

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A fabricante britânica garante que a bateria pode ser carregada unicamente a partir do motor de combustão e revela que “pode ir do 0 aos 80% de capacidade em poucos minutos em condições normais de condução”. Porém, a solução mais eficaz será sempre através da tomada de carregamento externo deste híbrido plug-in, que através de um cabo convencional consegue recuperar até 80% da energia em 2,5 horas.

McLaren Artura

A McLaren ainda não confirmou o preço de entrada do Artura, que começa a ser comercializado ainda este ano, mas estima-se que os preços arranquem em torno dos 300 000 euros.

Certo, para já, é que o Artura oferece (de série) cinco anos de garantia e seis anos de garantia para as baterias do sistema híbrido.

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