Arranque a Frio

Travagem regenerativa. Mais de 277 000 km e nunca mudou pastilhas

Após mais de 277 000 km percorridos, este proprietário de um BMW i3 ainda mantém as pastilhas de travão originais. Travagem regenerativa a funcionar.

Os sistemas de travagem regenerativa dos veículos elétricos e também híbridos permitem reduzir sobremaneira o uso dos travões convencionais. De tal forma, que o sistema de travagem convencional pode, em muitas situações de condução, nem ser usado.

Helmut Neumann é o (feliz) proprietário de um BMW i3, comprado em 2014, e desde então já percorreu mais de 277 000 km com ele. E após estes anos todos, o que ele mais destaca no seu carro é, sobretudo, os baixos custos de utilização e manutenção.

Os seus custos de energia (na Alemanha, onde vive), registando uma média de 13 kWh/100 km ao longo destes anos todos, situam-se em apenas 3,90 €/100 km. A história repete-se quando falamos nos custos de manutenção — não há mudanças de óleo a realizar, por exemplo.

Helmut Neumann e o seu BMW i3
Helmut Neumann e o seu BMW i3

Consumíveis como as pastilhas de travão e discos também deixam de ser substituídos com tanta frequência, graças ao sistema de travagem regenerativa. Ao converter energia cinética da desaceleração/travagem em energia elétrica (armazenada na bateria), os discos e pastilhas são usados muito, mas muito menos e claro que duram mais tempo.

No caso do i3 do sr. Neumann, mesmo após quase seis anos e mais de 277 000 km, são ainda os de origem.

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Sobre o “Arranque a Frio”. De segunda a sexta-feira na Razão Automóvel, há um “Arranque a Frio” às 8h30 da manhã. Enquanto bebes o teu café ou ganhas coragem para começar o dia, fica a par de curiosidades, factos históricos e vídeos relevantes do mundo automóvel. Tudo em menos de 200 palavras.

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