Fim da linha

É o fim da linha para o BMW i8 e para o Série 3 GT

O desportivo híbrido plug-in BMW i8 e o BMW Série 3 GT despedem-se de nós em 2020, com a marca alemã a anunciar o fim de produção de ambos os modelos.

A marca do duplo rim confirmou recentemente o fim da linha, que é como quem diz, o fim de produção para dois dos seus modelos, o BMW i8 e o BMW Série 3 GT, durante 2020.

No caso do BMW i8, celebrou-se no final do ano passado a produção do exemplar número 20 000, um importante marco para o modelo lançado em 2014, que a marca reclama ser o desportivo híbrido plug-in mais bem sucedido de sempre.

A produção tanto do coupé como do roadster terminará no próximo mês de abril e, em jeito de despedida, a BMW apresentou uma edição especial com o curioso nome de BMW i8 Ultimate Sophisto Edition.

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Apenas 200 unidades serão produzidas, e destaca-se sobretudo pela pintura exclusiva Sophisto Grey metalizada, com detalhes em E-Copper (tom cobre) como podemos observar nas jantes de 20″, duplo rim e saia lateral.

A sua produção termina sem um sucessor imediato, mas não significa o fim para os desportivos (de raíz) eletrificados na BMW. Tudo aponta para que em 2022 possa haver uma nova proposta, inspirada no BMW Vision M NEXT, que repete a receita do i8 — desportivo híbrido plug-in, com motor em posição central traseira e dois motores elétricos —, mas com muitos mais cavalos, cerca de 600.

BMW Série 3 GT

O BMW Série 3 GT, por outro lado, não se prevê que venha a ter um sucessor a curto ou longo prazo. A intrigante proposta — o que tivemos mais próximo de um Série 3 “monovolume” ou de um Série 3 hatchback alto  — surgiu em 2013 com a anterior geração do Série 3, e foi renovada em 2016.

De acordo com a BMW, a razão para o seu fim não se prende com a falta de vendas — a marca refere que a procura mantém-se ainda nos níveis previstos —, mas sim trata-se de uma das medidas acordadas para o plano massivo de redução de custos anunciado no final do ano passado.

Até 2022 a BMW quer reduzir os seus custos em 12 mil milhões de euros, não só para fazer face a um mercado global que se contrai, como à necessidade de incrementar os investimentos em eletrificação, conectividade e condução autónoma.

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