Arranque a Frio

Citroën Ami One reduz custos de produção automóvel com… simetria

O design simétrico de diversas peças do Citroën Ami One permite reduzir os custos de produção, ao reduzir o número de peças a produzir.

Os custos de produção de um automóvel só têm tendência a aumentar — grupos motrizes mais sofisticados e maior concentração de tecnologia são os principais culpados —, o que se refletirá nos preços a pagar por eles.

Um problema mais grave nos segmentos mais baixos, onde as expetativas do mercado são já da integração de um elevado conteúdo tecnológico, mas mantendo um preço acessível — contas nada fáceis de fazer para os construtores.

Como atenuar o golpe? Obrigatoriamente terá de passar pela redução dos custos de produção.

O pequeno “objeto de mobilidade elétrica urbana”, o Citroën Ami One, fê-lo de forma original. Essencialmente, reduziu drasticamente o número total de peças a serem produzidas. Como? Usando peças idênticas, de desenho simétrico, que podem encaixar em ambos os lados do carro ou à frente e atrás. Menos moldes, menos custos…

A ideia não é nova — recordo os Fioravanti Nyce e Tris, de 1996 e 2000, respetivamente —, mas não deixa de ser usada com grande eficácia no Citroën Ami One, como já descrevemos no artigo dedicado a este. O pequeno vídeo que se segue da Citroën bate qualquer explicação.

RELACIONADO: Ami One é a visão da Citroën para o futuro na cidade

Sobre o “Arranque a Frio”. De segunda a sexta-feira na Razão Automóvel, há um “Arranque a Frio” às 8h30 da manhã. Enquanto bebes o teu café ou ganhas coragem para começar o dia, fica a par de curiosidades, factos históricos e vídeos relevantes do mundo automóvel. Tudo em menos de 200 palavras.

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