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Tecnologia

A Uber quer acabar com o enjoo em viagem. Esta é a solução

Lembras-te das vezes em que te sentiste enjoado, por ir a ler na viagem? A Uber promete uma solução, tecnológica, já a pensar na condução autónoma.

São balanços e solavancos, travagens e acelerações mais fortes – momentos normais em qualquer viagem de automóvel, mas que, não raras vezes e especialmente para quem segue distraído a ler um livro, a ver um filme ou simplesmente a conversar, acabam por provocar enjoo. Haverá solução? A Uber acredita ter encontrado uma.

Numa altura em que no horizonte surgem já os veículos autónomos, sem condutor, nos quais é expectável que os ocupantes aproveitem o tempo para fazer outro tipo de atividades, que não olhar para a estrada, a Uber procura soluções para combater o “malefício” do enjoo em viagem. Foi feito um pedido de registo de patente de uma tecnologia que, no entender da empresa fornecedora de serviços de transporte privado urbano, poderá evitar este tipo de situações.

Bancos ativos e jatos de ar para combater enjoo

Segundo avança o jornal britânico The Guardian, a patente apresentada pela Uber contempla soluções como barras de luz e ecrãs, que alertam os ocupantes para a ação que o carro vai empreender. Isto, ao mesmo tempo que os bancos vibram e movem-se, com os passageiros a receberem igualmente jatos de ar no rosto e em outras partes do corpo, de forma a combater o enjoo.

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Ainda de acordo com o diário, estas tecnologias não visam, através da possível reprodução dos movimentos do automóvel, preparar o organismo para as forças e inclinações sentidas, mas sim distrair a mente dos efeitos resultantes das curvas, acelerações e travagens do carro.

Volvo Uber

Descontrair sem enjoar

No pedido de registo de patente, a Uber argumenta ainda que, “com o surgimento da tecnologia de condução autónoma, a atenção do condutor irá deslocar-se para atividades alternativas que não a condução, como seja o caso do trabalho, socialização, leitura, escrita e muitas outras que não implicam o estar concentrado na estrada”. Sendo que, “à medida que os veículos autónomos se conduzem a si próprios, a cinetose, ou enjoo resultante do movimento, pode ter origem no simples facto da percepção de movimento, obtido pelo passageiro, não corresponder àquela que é a sensação de balanço e espaço”.

De resto e segundo também avança o The Guardian, uma das soluções da tecnologia que a Uber pretende patentear, poderá passar por bancos capazes de ajustarem automaticamente o seu posicionamento, inclinando ou até dando uma guinada, consoante o tipo de atuação do automóvel.

Por cá, ficamos a aguardar…

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