Até dói. Rimac Nevera destruído «em nome» da segurança

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Até dói. Rimac Nevera destruído «em nome» da segurança

Os protótipos do Rimac Nevera já foram submetidos a 45 crash-test. Assistam ao último e que irá permitir o início da sua comercialização na Europa e nos EUA.

A regras de homologação aplicam-se a todos os modelos e nem um hipercarro como o Rimac Nevera, cuja produção será limitada a apenas 150 unidades, está isento de passar os testes de segurança para poder ser comercializado na Europa e nos EUA.

Vimos já no passado os crash-test ao protótipo C_Two, que antecipou o Nevera, mas no longo desenvolvimento deste projeto, o hipercarro elétrico croata já foi submetido a 45 crash tests, tendo sido usados um total de 10 protótipos de teste.

Hoje assistiremos ao último deles todos, o 45.º, o que lhe dará a certificação para poder iniciar a sua comercialização na Europa e nos EUA (que têm regras distintas a este nível), consistindo no teste de impacto lateral contra um poste.

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Rimac Nevera
Após este crash-test o Rimac Nevera deverá «conquistar» a homologação para ser comercializado na Europa e nos EUA.

O «último passo» rumo à comercialização

O modelo usado neste teste já tinha sido usado num crash test frontal, com a Rimac a «reciclá-lo» para este último impacto. Afinal de contas, cada unidade do hipercarro elétrico custa dois milhões de euros, por isso, «no reaproveitar é que está o ganho».

Como podemos ver no vídeo abaixo, cortesia do canal Carwow, antes de qualquer teste de colisão, a Rimac leva a cabo diversas simulações virtuais. Apesar de parecer um processo simples, para garantir os resultados mais realistas possíveis, são precisas 20 horas para que os computadores consigam simular os efeitos de uma colisão. No final, segundo a Rimac, essas simulações garantem uma exatidão de 98%.

O teste

No vídeo podemos ver todo o extenso trabalho de preparação para um destes testes de colisão, e acima de tudo, podemos ver como se comporta o Rimac Nevera quando é lançado contra um poste.

Para este teste o carro é colocado em cima de uma plataforma que é puxada por um cabo de aço acionado por um sistema hidráulico. O objetivo é atingir os 32 km/h, a velocidade para este teste do poste.

De acordo com a Rimac, a estrutura do Nevera resistiu bem ao impacto, permitindo até que a porta na qual se deu o impacto fosse aberta depois do teste. Ainda assim, o dummy usado no crash test foi sujeito a uma desaceleração de 25 g.

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