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Fotos-espia

BMW X7. Depois do “duplo rim” gigante, os faróis bipartidos

O BMW X7, o maior (para já) dos SUV da marca alemã, será reestilizado, ao que tudo indica, em 2022 e promete diferenças visuais claras para o modelo de hoje em dia.

Após vermos as fotos-espia da nova geração do Série 7 e do inédito X8, chega-nos agora a confirmação de que o BMW X7 também receberá um novo conjunto de óticas dianteiras bipartidas.

Ou seja, além de um duplo rim de generosas dimensões — tendência iniciada pelo próprio X7 —, as óticas dianteiras serão divididas em dois conjuntos. Um primeiro, superior, a que corresponderão as luzes diurnas e (provavelmente) os piscas, com os médios e máximos a estarem posicionados separadamente mais abaixo.

Não é uma solução nova — já são muitos os modelos e marcas a adotar solução idêntica —, mas é a primeira vez que a veremos na BMW, isto se excetuarmos o protótipo da marca que foi um dos primeiros da indústria a dar o “pontapé de saída” com esta solução estilística tão comum hoje em dia, o ainda hoje impressionante Mille Miglia Concept (2006).

BMW Mille Miglia Concept
BMW Mille Miglia Coupe Concept, 2006. Foi um dos primeiros a explorar de forma contemporânea uma solução bipartida para os faróis dianteiros.
VEJAM TAMBÉM: BMW X7 40d. O que vale o maior BMW de SEMPRE?

O “novo” X7

O BMW X7 foi lançado em 2018, ocupando o topo da hierarquia dos SUV na marca, pelo que estamos a entrar no período ótimo da sua carreira para receber uma atualização. A data de chegada deverá acontecer no início de 2022.

Não é comum a BMW alterar significativamente por fora os seus modelos a meio do ciclo de vida, mas a razão por detrás desta profunda “rinoplastia” poderá estar no inédito X8 — variante de contornos mais desportivos do X7 —, que vai adotar solução visual idêntica, dando o devido “ar de família” aos dois modelos.

Como as fotos-espia deixam ver, o renovado SUV mostra apenas camuflagem nas extremidades, indicando onde ocorrerão as maiores alterações. Se na frente as mudanças serão radicais, na traseira deverão ser mais contidas, sendo ainda de esperar óticas traseiras redesenhadas e novos para-choques.

Por dentro, podemos esperar um interior a evoluir na direção daquele que foi visto no SUV elétrico da marca, o iX. Ou seja, dois ecrãs, horizontalmente posicionados e dispostos lado a lado, a formar uma ligeira curva. Será mais um passo na redução do número de comandos físicos, como é a norma hoje em dia na indústria.

Por baixo do capô, as motorizações atuais, a gasolina e gasóleo, deverão manter-se, mas poderão chegar novidades híbridas, como aquelas que são esperadas para o futuro X8. Nomeadamente a introdução de uma variante equiparável ao BMW 745e, que combina um motor de seis cilindros em linha com um motor elétrico, que se traduz em praticamente 400 cv de potência e 50 km de autonomia elétrica.

Por outro lado, temos dúvidas que as prometidas versões M do X8 — duas no total, a mais potente a ser híbrida plug-in — encontrem eco no X7, que deverá manter a variante M50i (o M50d já não é comercializado) como a mais potente de todas.

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