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Coronavírus. Salão de Nova Iorque não foi cancelado, mas foi adiado

Os efeitos do coronavírus voltaram a fazer-se sentir no mundo automóvel e depois do cancelamento do Salão de Genebra chega a notícia do adiamento do Salão de Nova Iorque.

Confirmado ontem à noite, o adiamento do Salão de Nova Iorque para os dias 28 de agosto a 6 de setembro — deveria abrir portas no dia 10 de abril — devido ao surto de coronavírus é tudo menos uma surpresa.

Afinal de contas, se o Salão de Genebra foi cancelado numa altura em que havia apenas 15 casos confirmados de coronavírus na Suíça, estranho seria se o mesmo não acontecesse com o Salão de Nova Iorque, numa altura em que só na cidade de norte-americana se contam 36 casos (no total há 173 casos no estado de Nova Iorque).

A decisão de adiar o certame para o final do mês de agosto surge depois de na semana passada a organização do evento ter anunciado um reforço das medidas de higienização do espaço (algo que também o Salão de Genebra fez antes do seu cancelamento) e a instalação de 70 postos onde os visitantes poderiam desinfetar as mãos.

Acerca do adiamento do Salão de Nova Iorque, Mark Schienberg, presidente da Associação de Revendedores de Automóveis de Nova Iorque (a entidade que organiza o evento) afirmou: “Tomámos esta decisão extraordinária para ajudar a proteger os participantes, expositores e todos os visitantes do coronavírus”.

Além de acolher o lançamento de mais de 50 novos modelos, o Salão de Nova Iorque ia ser o palco da revelação do vencedor do prémio Carro Mundial do Ano 2020 (World Car Awards) e da entrega do troféu de Personalidade do Ano do Troféu Carro Mundial 2020 a Carlos Tavares.

 

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