Segurança

C5 Aircross e Evoque postos à prova pelo Euro NCAP

A Euro NCAP colocou à prova os novos Citroën C5 Aircross e o Range Rover Evoque. Como se comportaram os dois SUV nos exigentes testes de segurança?

Apenas dois modelos a serem postos à prova na última ronda dos sempre exigentes testes de segurança da Euro NCAP, o Citroën C5 Aircross e o Range Rover Evoque.

Mais dois SUV, um reflexo do mercado que temos, mas desta vez um tamanho abaixo dos que foram testados na última ronda: Classe G, Tarraco e CR-V. 

Citroën C5 Aircross

O novo SUV da marca francesa partilha muitos dos seus genes com o “irmão” Peugeot 3008, apesar deste último nunca ter sido testado segundo os mais rigorosos critérios do Euro NCAP introduzidos em 2018 e atualizados em 2019.

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O C5 Aircross tem duas classificações: quatro e cinco estrelas. Porquê duas classificações? Como já vimos em outros modelos testados, nem todas as versões vêm com a totalidade dos equipamentos de segurança disponíveis, pelo que a Euro NCAP testa não só o modelo regular como o que vem com todos os equipamentos opcionais de segurança instalados.

No caso do C5 Aircross a diferença entre as duas versões resume-se ao adicionar de um radar à câmara já existente, que permite melhorar a performance do modelo nos testes relativos à travagem autónoma de emergência, sobretudo na deteção de peões e ciclistas (esta última só mesmo possível com a presença do radar).

De resto, a performance do C5 Aircross é elevada na proteção dos ocupantes, adultos e crianças, nos testes de colisão frontais e laterais. No entanto, de notar algumas observações no teste do poste, onde a proteção das costelas foi considerada marginal; e também no teste frontal, com a parte inferior da perna do condutor a registar uma pontuação mais fraca.

Range Rover Evoque

No caso do Evoque, apenas uma classificação e não poderia ser melhor: cinco estrelas. A lista de equipamentos de segurança, sobretudo os relacionados com a assistência ao condutor, é muito completa de série, integrando já a deteção de ciclistas.

A performance nos testes de colisão revelou uma proteção muito eficaz tanto dos adultos como em crianças, independentemente do tipo de colisão — frontal (parcial ou total) ou lateral (inclui teste do poste) —, atingindo classificações individuais bastante elevadas.

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