Toyota GR Supra. O primeiro a fazer drift… sem condutor

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Toyota GR Supra. O primeiro a fazer drift… sem condutor

A condução autónoma não serve apenas para os aborrecidos troços de autoestrada e este Toyota GR Supra é a prova disso mesmo.

Se vimos várias marcas como a Volkswagen ou a Mercedes-AMG criarem um modo de drift em alguns dos seus modelos, a Toyota foi mais longe e criou um GR Supra capaz de fazer drift de forma autónoma.

Revelado pelo Toyota Research Institute (TRI), este GR Supra está longe de ser apenas uma manobra publicitária, sendo antes uma montra dos sistemas de ajuda à condução que a marca japonesa está a desenvolver.

Uma dessas tecnologias é o “Nonlinear Model Predictive Control”, um sistema que visa «ensinar» o carro a lidar com situações de perda de tração, como em pisos de fraca aderência, ou mesmo em manobras evasivas.

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Aprender com os melhores

Para criar este GR Supra o Toyota Research Institute trabalhou em conjunto com o Dynamic Design Lab da Universidade de Stanford, mas não só.

Para «ensinar» o GR Supra a fazer drift sozinho a Toyota contou ainda com os conhecimentos da lenda do drift de «carne e osso», Ken Gushi.

Segundo a Toyota, o objetivo passa por oferecer a todos os condutores o nível de controlo sobre o carro que o piloto japonês tem.

Tal é confirmado pelo cientista da TRI, Jonathan Goh que afirmou: “Quando confrontados com estradas escorregadias, os pilotos profissionais podem optar por fazer drift, mas a maioria de nós não consegue (…) É por isso que a TRI está a programar os automóveis para identificarem obstáculos e contornarem-nos de forma autónoma numa pista”.

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O GR Supra

Idêntico aos carros usados na Fórmula Drift, este Toyota GR Supra vê a direção, a embraiagem, a transmissão sequencial e o acelerador serem controlados por um computador. Também controlada de forma autónoma é a travagem individual de cada roda.

Toyota GR Supra
Isto é o mais perto que alguém está de conduzir aquele Toyota GR Supra.

Capaz de calcular uma nova trajetória a cada 50 milissegundos, o software criado pela TRI permite então fazer um drift tal e qual acontece com um humano ao volante.

Segundo a marca japonesa, apesar do aparente fator de entretenimento que vemos no vídeo, este carro permite compreender melhor as diferentes vertentes dinâmicas da condução.

"Na TRI, o nosso objetivo é usar tecnologias avançadas que aumentem e amplifiquem os humanos e não os substituam. Através deste projeto estamos a expandir a área em que um carro é controlável, com o objetivo de dar aos condutores comuns os reflexos instintivos de um piloto profissional para lidar com as emergências mais desafiantes e manter as pessoas seguras na estrada."

Avinash Balachandran, diretor geral do TRI Human Centric Driving Research

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