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Mercado nacional

Berlinas, “hatchbacks” e SUV. Qual a carroçaria mais vendida em Portugal em 2021?

Das berlinas de três volumes aos "hatchback", passando pelas carrinhas e SUV, qual foi o formato de carroçaria mais vendido em 2021 em Portugal?

Depois de já vos termos dado a conhecer as marcas mais vendidas em Portugal e os modelos que mais sucesso tiveram no nosso mercado, é chegada a hora de vos revelar quais os formatos de carroçaria preferidos do mercado nacional em 2021.

Uma rápida análise dos números divulgados pela ACAP traz-nos uma novidade histórica que, verdade seja dita, era apenas uma questão de tempo até acontecer: pela primeira vez os SUV foram o formato de carroçaria mais vendido em Portugal.

Um sucesso que se explica pela presença alargada a quase todos os segmentos do mercado e multiplicidade de propostas, mais do que os tradicionais hatchbacks (carros de dois volumes e cinco portas), e pela prioridade que as marcas têm dado a este formato em 2021 para lidar com a crise dos semicondutores.

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B-SUV
Os B-SUV foram os grandes responsáveis pela liderança deste formato de carroçaria no mercado nacional em 2021.

No total, durante 2021, foram comercializados em Portugal 61 230 SUV, um número que permitiu a este tipo de modelos conquistar uma quota de mercado de 42,3% ao mesmo tempo que aumentaram as vendas em 19,8% face a 2020.

Em contrapartida, os mais tradicionais hatchback, por tradição os «reis de vendas», ficaram-se pelas 60 827 unidades, a uma curta distância. Este número engloba as vendas dos dois volumes de cinco portas, que conseguiram 58 190 unidades matriculadas (uma quebra de apenas 1,81%) e uma quota de mercado de 40,2%, e das já raras carroçarias de três portas, que se ficaram pelas 2637 unidades (uma quota de 1,8% e uma quebra de 10,61%).

Volvo V60 T8 Inscription Twin Engine AWD-18 © Thom V. Esveld / Razão Automóvel

Quanto às carrinhas, outrora um dos formatos mais «queridos» em Portugal, essas não foram além das 13 039 unidades, valor que lhes garantiu 9% de quota de mercado, mas uma quebra de 29,52% face às vendas registadas em 2020.

Os outros

Entre os formatos de carroçaria menos representativos no mercado nacional em 2021, as berlinas de três volumes foram, de longe, as que melhores resultados alcançaram em 2021: 6190 unidades e 4,3% de quota de mercado. Ainda assim não «escaparam» a uma quebra de procura de 19,23% face ao ano anterior.

Mercedes-Benz Classe C C220d 24
O formato mais tradicional de todos não tem tido vida fácil nos últimos anos: 2021 não foi diferente. © Thom V. Esveld / Razão Automóvel

Curiosamente, entre os formatos menos procurados em Portugal, os dois únicos que viram as vendas crescer em 2021 face a 2020 foram os que nos permitem andar «de cabelos ao vento», ou seja, os roadster e os descapotáveis (de quatro lugares).

Os primeiros registaram o maior aumento absoluto de vendas (42,31%). É verdade que as suas vendas não foram além das 222 unidades, um número que lhes assegurou a menor quota entre os formatos de carroçaria do mercado nacional, somente 0,2%. Contudo, tendo em conta a especificidade deste formato de carroçaria não seria de esperar que fossem best sellers.

Mazda MX-5 1.5 Skyactiv-G
Os roadster registaram o maior crescimento de procura no mercado nacional, 42,31%, contudo só correspondem a 0,2% do mercado. © Thomas V. Esveld / Razão Automóvel

Os descapotáveis conseguiram uma quota um pouco superior, 0,7%, com as 991 unidades vendidas a representarem um incremento ligeiro de 1,33% face a 2020.

Continuando nos modelos mais focados na imagem e também no prazer de condução, em 2021 venderam-se 772 coupés em Portugal (0,5% de quota de mercado), um valor que representa uma quebra de 16,54% face a 2020.

Renault Espace © Thom V. Esveld / Razão Automóvel

Por fim, nas propostas de caráter mais familiar, os números não são particularmente animadores. Começando pelos monovolumes (MPV), os seus números em 2021 mostram não só a redução da oferta deste tipo de carroçaria como refletem a pouca procura que estes têm conhecido. No total, foram vendidos 1133 monovolumes em 2021, um valor que representa uma «queda» de 22,4% face a 2020 e que lhes permitiu alcançar uma modesta quota de 0,8%.

Quanto aos seus anunciados sucessores, os modelos de passageiros derivados de comerciais, sofreram a maior quebra de procura de todo o mercado (-38,22%), ficando-se pelos 0,3% de quota e pelas 430 unidades.

Fonte: ACAP

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