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McLaren Elva ganha pára-brisas e dispensa… capacete!

O mais extremista dos roadsters da McLaren, o Elva, acaba de ficar ligeiramente mais civilizado. A culpa é do pára-brisas…

O McLaren Elva — batizado em homenagem à Elva que fazia as versões cliente dos McLaren de corridas dos anos 60 — está um bocadinho mais preparado para “atacar” os desafios do dia a dia, já que a marca britânica acaba de lançar uma variante do seu roadster com pára-brisas.

Na configuração mais pura, com a “cara ao vento”, que nós já tivemos oportunidade de testar nas ruas e estradas do Principado do Mónaco, o Elva é o McLaren de estrada mais leve de sempre. E também um dos mais radicais.

Contudo, e apesar de ligeiramente mais civilizada, esta variante com pára-brisas não lhe fica muito atrás: nem na massa nem na agressividade. Mais “amiga do condutor”, esta versão tem apenas 1330 kg, só 30 kg mais que o “irmão” sem pára-brisas.

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McLaren Elva para-brisas

Sistema AAMS? Já não é preciso…

O aumento da sua massa está muito longe de ser significativo e explica-se pelo facto de esta nova variante do Elva dispensar o sofisticado AAMS (Active Air Management System), cuja missão é a de desviar o ar do cockpit e dos seus ocupantes e garantir o equilíbrio aerodinâmico do carro.

Sem tejadilho e sem janelas, quer optem pela versão sem pára-brisas e com a sofisticada tecnologia AAMS que cria uma barreira invisível ou pela versão com pára-brisas e mais fechada, este é um roadster que recompensa os proprietários com a experiência de condução mais emocionante ao ar livre, entregue como apenas um McLaren consegue.

Mike Flewitt, diretor executivo da McLaren

A McLaren não confirma se as performances foram afetadas pela introdução deste pára-brisas, mas dá a entender que não, lembrando que os registos destas duas versões se aproximam daquilo que faz o McLaren Senna.

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Recorde-se que a versão sem pára-brisas do Elva precisa de apenas 2,8s para atingir os 100 km/h e 6,8s são suficientes para passar a barreira dos 200 km/h.

A “culpa” é do motor V8 biturbo — derivado do motor do Senna — de 4,0 litros que produz 815 cv de potência e 800 Nm de binário máximo. A “gerir” tudo isto está uma caixa automática de dupla embraiagem de sete velocidades que envia o binário em exclusivo para as rodas traseiras.

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McLaren Elva para-brisasMais exclusivos

Depois de ter sido anunciado com 399 unidades e de no ano passado a McLaren ter reduzido este número para apenas 249 exemplares, a produção do Elva voltou recentemente a ser “cortada”.

De acordo com a marca com sede em Woking, no Reino Unido, serão construídos “não mais do que 149 exemplares do Elva sob encomenda”. Uma redução substancial em relação ao objetivo inicial, justificando-se pelas consequências financeiras que a pandemia provocou no construtor.

Cada uma das, agora, 149 unidades terá um preço de entrada de 1,7 milhões de euros. E isto é antes de qualquer pedido de personalização à McLaren Special Operations (MSO)…

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