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O elétrico Mercedes-Benz EQS vai ser rentável, mas menos que o Classe S de motor de combustão

Segundo o diretor executivo do construtor alemão, o Mercedes-Benz EQS é prejudicado pelo custo mais elevado dos componentes dos veículos elétricos.

Há uma duvida constante em relação aos veículos elétricos: é possível lucrar com eles? Quando nos referimos ao novo Mercedes-Benz EQS, segundo o CEO da Mercedes-Benz, Ola Källenius, vai conseguir gerar lucros “razoáveis” desde cedo.

A afirmação foi feita numa entrevista ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung com Ola Källenius a relembrar que: “A lógica continua a mesma: o segmento superior promete a melhor margem de lucro”.

Mesmo sendo o EQS um veículo elétrico mais caro de construir e vir “carregado” com tecnologia de ponta, estando posicionado num segmento superior a que corresponde um preço de compra mais elevado permite a desejada rentabilidade.

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Mercedes_Benz EQS

Combustão ainda “rende” mais

Ainda assim, o CEO da Mercedes-Benz alertou que, apesar de lucrativo, o novo EQS não será tão rentável como o novo Classe S (W223) que continua fiel ao motor de combustão.

De acordo com Ola Källenius, tal deve-se aos custos superiores dos componentes usados pelos carros elétricos, sobretudo quando nos referimos às baterias.

Quanto à possibilidade de a Daimler alcançar a meta de tornar a sua frota neutra em carbono antes de 2039 como está planeado, Ola Källenius mostrou-se otimista, afirmando: “Isso acontecerá provavelmente mais cedo, dado o ritmo dinâmico que estamos a ver hoje”.

Mercedes_Benz EQS
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Ainda sobre o Mercedes-Benz EQS, a possibilidade de vir a existir uma versão coupé ou descapotável no seu futuro, coube a Gordon Wagener, diretor de design da Mercedes-Benz, colocar um ponto final nessa questão. Tal como vimos com o novo Classe S, também não veremos coupés ou descapotáveis a partir do EQS, com Wagener a justificar a decisão com a cada vez menor procura por este tipo de modelos.

Em declarações à Autocar, o executivo da marca alemã acabou por revelar que as previsões apontam para que este tipo de modelos venham a corresponder a cerca de 15% das vendas, enquanto 50% serão SUV e 30% sedãs.

Fonte: Automotive News, Autocar.

 

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