Apresentação

A Mazda BT-50 tem uma nova geração… mas não vem para a Europa

A Mazda juntou-se à Isuzu e, partindo da base da D-Max, criou a nova geração da Mazda BT-50 que, tal como a anterior, não deverá vir para a Europa.

Depois de largos anos como “irmã” da Ford Ranger, a Mazda BT-50 deixou de recorrer à base da pick-up norte-americana.

Assim sendo, nesta terceira geração a pick-up nipónica recorre à plataforma da Isuzu D-Max, se bem que, à primeira vista, ninguém apostaria nessa ligação.

Representante da aplicação da filosofia de design Kodo ao mundo das pick-up, a nova Mazda BT-50 apresenta-se como uma das propostas mais refinadas do segmento (quase que dá pena trabalhar com ela).

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Mazda BT-50

Tecnologia não lhe falta

No interior, a BT-50 pouco ou nada fica a dever em termos de refinamento e estilo aos seus “irmãos” de gama, seguindo a linguagem de design adotada pela marca de Hiroshima.

Com acabamentos em couro não só na consola central como um pouco por todo o lado, a BT-50 conta ainda com um grande ecrã de infotainment e com “luxos” como o Apple CarPlay e Android Auto.

Ainda no campo tecnológico, a nova Mazda BT-50 tem sistemas como o cruise control adaptativo, travagem automática de emergência, Lane Keep Assist, monitor de ângulo morto ou o Rear Cross Traffic Alert.

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E a mecânica?

Tal como a plataforma, também a mecânica da nova BT-50 é proveniente da Isuzu, se bem que a Mazda afirma ter ajudado no desenvolvimento do motor.

Por falar neste, trata-se de um 3.0 l, Diesel, com 190 cv e 450 Nm que podem ser enviados às quatro rodas ou apenas às rodas traseiras através de uma caixa manual ou automática de seis velocidades.

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Com uma capacidade de reboque de 3500 kg e uma capacidade máxima de carga de mais de 1000 kg, a Mazda BT-50 chega ao mercado australiano na segunda metade de 2020, não estando prevista a sua vinda para a Europa.

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