Ford Puma. O que precisas de saber sobre o mais felino dos Ford

De regresso à gama Ford, o Puma deixou para trás o formato coupé para se assumir como um versátil crossover. Chega a Portugal em janeiro.

Já diz o ditado que “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades” e o novo Ford Puma é a prova disso mesmo. Inicialmente associado a um pequeno coupé desportivo derivado do Fiesta, o nome que surgiu na gama Ford pela primeira vez em 1997 regressa agora, mas com um formato que vai ao encontro dos desejos do mercado automóvel do século XXI.

Para trás ficaram os entraves aos deveres familiares e as linhas de coupé, com o Puma a ressurgir como um crossover, numa resposta clara àquela que se tem vindo a revelar como a principal tendência do mercado automóvel nos últimos anos.

Apesar do afastamento das formas de coupé, ainda há características em comum entre os dois Puma da história da Ford. É que, tal como no passado, o Puma não só continua a partilhar a plataforma com o Fiesta, como voltou a herdar o interior deste. No entanto, sendo um crossover, o novo Puma assume uma vertente bem mais prática e versátil.

Ford Puma ST-Line e Ford Puma Titanium X
Ford Puma ST-Line e Ford Puma Titanium X

Espaço não lhe falta…

Ao ter deixado para trás o formato coupé, o Puma pôde assumir-se como uma opção muito mais amiga das famílias. Senão vejamos: apesar de partilhar a plataforma com o Fiesta, o Puma conta com uma bagageira com 456 l, bem mais do que os 292 l do Fiesta e até que os 375 l do Focus.

Ainda na bagageira e como que a provar que os tempos em que Ford Puma e espaço eram conceitos antagónicos já há muito desapareceram, o Puma dispõe de soluções como o Ford MegaBox (um compartimento na base com uma capacidade de 80 l que permite transportar objetos mais altos) e ainda uma prateleira que pode ser colocada a duas alturas.

A completar o manancial de versatilidade do novo Puma, a Ford dotou ainda o seu mais recente crossover com um sistema que permite abrir a bagageira através de um sensor por baixo do para-choques traseiro, algo que já conhecíamos de outros modelos da marca e uma estreia no segmento segundo a Ford.

…e tecnologia também não

Enquanto o primeiro Puma se focava (quase exclusivamente) no prazer de condução, o novo teve de levar em linha de conta a evolução pela qual o mundo passou nos cerca de 22 anos que separam o lançamento dos dois modelos.

Assim, apesar de o novo Puma se manter fiel aos pergaminhos dinâmicos da marca (ou não tivesse ele o chassis do Fiesta) também se revela um modelo com uma forte aposta tecnológica, que se traduz em diversos equipamentos de segurança, conforto e ajuda à condução.

Exemplo disso mesmo são os 12 sensores ultrassónicos, três radares e duas câmaras que integram o Ford Co-Pilot360.

A estes juntam-se equipamentos como o cruise control adaptativo com função Stop&Go (disponível quando os Puma estão equipados com caixa de dupla embraiagem), o reconhecimento de sinais de trânsito ou o auxiliar de manutenção na faixa de rodagem, tudo equipamentos com os quais o primeiro Puma só podia… sonhar.

Sistema mild-hybrid também se estreia

Não foi só ao nível dos formatos de carroçaria e das tecnologias disponíveis que a indústria automóvel evoluiu nos últimos 20 anos e a prová-lo, está o leque de motorizações com o qual o novo Puma vai estar disponível.

Assim, tal como os Fiesta e Focus, o novo crossover com nome de felino vai dispor de uma versão mild-hybrid, na qual um pequeno motor elétrico de 11,5 kW (15,6 cv) toma o lugar do alternador e motor de arranque, e surge associado ao 1.0 EcoBoost com dois níveis de potência – 125cv e 155 cv graças a um turbo de maiores dimensões e a uma menor taxa de compressão.

Designado Ford EcoBoost Hybrid, este sistema traz ao Puma a possibilidade de recuperar e armazenar a energia cinética das travagens e quando se rola em descidas sem aceleração, convertendo-a em energia elétrica, que depois alimenta baterias de 48 V de iões de lítio; reduzir o lag do turbo; garante um funcionamento mais suave e rápido do sistema start-stop; e permite até circular em roda livre.

No que diz respeito às restantes motorizações, o novo Puma vai estar ainda disponível com o 1.0 EcoBoost na versão sem o sistema mild-hybrid e 125 cv, e com um motor Diesel que surgirá associado a uma transmissão automática de dupla embraiagem de sete velocidades, mas que só chegarão ao mercado nacional em 2020. Ainda no campo das transmissões, vai também estar disponível uma caixa manual de seis velocidades.

Com chegada prevista ao mercado português para janeiro nos níveis de equipamento Titanium, ST-Line e ST-Line X, apenas mild-hybrid com ambas as potências de 125cv e 155cv associadas a caixa manual de 6 velocidades, ainda não são conhecidos os preços do novo Ford Puma.

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