Salão de Genebra 2019

Citroën Ami One. O “cubo” que quer revolucionar a mobilidade

Pequeno, elétrico, conectado e simétrico, o Citroën Ami One é a proposta da marca francesa para as cidades do futuro e nós fomos conhecê-lo.

No mesmo ano em que comemora o seu centésimo aniversário com uma série de celebrações, a Citroën parece não se ter esquecido das suas raízes inovadoras e mostrou ao público no Salão de Genebra 2019 a sua visão para a mobilidade urbana do futuro sob a forma do Ami One.

Pensado com as cidades do futuro em mente, o Citroën Ami One é mais pequeno que um Smart fortwo (mede apenas 2,5 m de comprimento, 1,5 m de largura e 1,5 m de altura) pesa apenas 425 kg e tem a velocidade máxima limitada 45 km/h.

Essa limitação permite ao protótipo funcional da Citroën ser classificado legalmente como um quadriciclo. E qual é o interesse disso perguntas tu? Simples, é que com esta classificação o Ami One pode ser conduzido em alguns países sem sequer ser necessário ter carta de condução.

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Citroën Ami One © Thom V. Esveld / Razão Automóvel

Conectividade e simetria são a aposta

Com uma autonomia de 100 km e um tempo de carregamento de aproximadamente duas horas num posto de carregamento público, o Ami One serviria, de acordo com a Citroën, como uma alternativa não só ao transporte público como a meios de transporte individuais.

Citroën Ami One © Thom V. Esveld / Razão Automóvel

Na base do conceito por detrás do Citroën Ami One encontramos duas ideias simples: conectividade e… simetria. A primeira vai ao encontro da ideia de que no futuro a propriedade do automóvel vai ser trocada pelo uso deste como um serviço através de serviços de car sharing.

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Quanto à simetria, esta foi a forma encontrada pela Citroën para “atacar” o problema número um na produção de modelos citadinos: rentabilidade. Ao adotar peças simétricas e que podem encaixar em ambos os lados do carro ou à frente e atrás corta-se no número de moldes, logo, de peças produzidas e assim, corta também nos… custos de produção.

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