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Antevisão

Está prometido. No futuro da Volvo vai continuar a haver berlinas e carrinhas

Os SUV até podem dominar o mercado, mas a Volvo «recusa-se» a abandonar as mais tradicionais berlinas e carrinhas. Quem o afirmou foi o CEO da marca, Håkan Samuelsson.

Os SUV já correspondem a 75% das vendas totais da Volvo, contudo, a marca escandinava não planeia abandonar nem as berlinas nem as carrinhas que tantos sucessos lhe garantiram num passado não muito distante.

A garantia de que estes formatos se vão manter na gama foi dada pelo (ainda) diretor executivo da Volvo, Håkan Samuelsson, que afirmou: “sim, as gamas S e V serão substituídas por modelos ainda mais atrativos. Precisamos de carros mais baixos e com um formato mais convencional, mas talvez menos «quadrados». Estes carros mais baixos juntar-se-ão aos nossos SUV”.

Apesar de ainda pouco se saber acerca destes futuros modelos, duas coisas parecem ser garantidas: serão elétricos e não vão manter a designação alfanumérica atualmente usada. Se bem se recordam, há cerca de seis meses a Volvo revelou que os seus próximos modelos serão identificados com nomes em vez de números.

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Curiosamente, o primeiro modelo a exibir esta nova forma de identificação será um… SUV. Mais precisamente o sucessor do Volvo XC90, que será apresentado este ano.

Aerodinâmica justifica a decisão

Curiosamente, há cerca de um ano o mesmo Håkan Samuelsson que agora «promete» manter a aposta nas berlinas e carrinhas tinha afirmado que a marca precisava “de mais SUV e menos carrinhas e sedãs”, apontando que a ofensiva elétrica da Volvo se iria focar nos SUV, deixando para trás as carroçarias mais tradicionais.

A mudança de rumo é, em parte, justificada pela necessidade de contar com modelos com uma maior eficiência aerodinâmica, que também chegará aos seus futuros SUV eletrificados, que prometem ser mais baixos para assim terem uma menor área frontal.

Acerca desse assunto Samuelsson afirmou: “Os carros serão menos «quadrados» no futuro, precisamos de ter uma menor resistência aerodinâmica (…) falamos imenso sobre a autonomia dos elétricos, mas temos que começar a olhar para a eficiência energética”.

Fica agora por saber o que é que esta decisão significará para os sucessores das gamas S/V 60/90. Rumores indicam que nem todos eles venham a ter sucessores, optando-se por fundir dois modelos num.

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