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Antevisão

Mazda MX-5. Futuro ainda a gasolina, com Skyactiv-X e tecnologia mild-hybrid

Com chegada prevista para 2024, a nova geração do Mazda MX-5 (NE) não vai abdicar do motor de combustão, mas também não vai esquecer a eletrificação.

Aos poucos, o futuro do Mazda MX-5 vai ficando mais claro e, ao que parece, a quinta geração do famoso roadster japonês (NE) vai manter-se fiel ao motor de combustão para alegria dos muitos fãs do modelo.

Para tal, o MX-5 deverá contar com o avançado Skyactiv-X, um motor a gasolina que funciona (em parte) como um Diesel, e que a marca de Hiroshima já tinha prometido levar a mais modelos além dos Mazda3 e CX-30. A condição para adotar o Skyactiv-X? O modelo tem de ser desenvolvido com este motor “em mente”.

Mas como vimos na mais recente iteração do Skyactiv-X, também no futuro MX-5 este estará associado a um sistema mild-hybrid, marcando dessa forma a chegada da eletrificação ao roadster japonês, mas bem longe do híbrido plug-in ou até do 100% elétrico que se chegou a falar.

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Mazda MX-5

Adeus versão de entrada?

Caso se confirme a adoção do Skyactiv-X, o mais provável é que o mesmo se torne na única motorização disponível, significando o “adeus” do Skyactiv-G com 1.5 l e 132 cv como versão de entrada.

E tendo em consideração que, até agora, o Skyactiv-X só existe com 2,0 l de capacidade, poderá significar um reposicionamento do mais acessível roadster do mercado para cima.

Poderá a Mazda desenvolver uma variante mais pequena do motor? Teremos de aguardar. O único desenvolvimento oficialmente conhecido para o Skyactiv-X segue precisamente a direção oposta: seis cilindros em linha e 3,0 l de capacidade.

Mazda Mazda3 2019
O revolucionário SKYACTIV-X

O Skyactiv-X hoje debita 186 cv, em linha com os 184 cv do mais potente dos MX-5, equipado com o 2,0 l Skyactiv-G. Porém, debita 240 Nm de binário, bem mais que os 205 Nm do Skyactiv-G e disponíveis num regime mais favorável.

O outro grande benefício de recorrer ao Skyactiv-X? Os consumos e emissões que são confortavelmente inferiores aos do Skyactiv-G, tal como é possível observar hoje nos Mazda3 e CX-30.

De resto, além da delicada questão da motorização para fazer face a estes tempos de mudança, o Mazda MX-5 continuará igual a ele próprio: motor à frente, tração atrás e uma caixa de velocidades manual. E, claro, a preocupação de sempre com o peso.

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