Elétricos

Elétricos. Carregamentos na rede Mobi.E ficaram mais caros

Tarifa cobrada pela Mobi.E enquanto entidade gestora da rede de carregamentos tem impacto no preço final a pagar pelos utilizadores.

Carregar um automóvel elétrico ou híbrido plug-in num posto da rede Mobi.E ficou mais caro a partir de 1 de maio, data em que a Mobi.e começou a cobrar aos agentes do mercado uma tarifa enquanto Entidade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (EGME).

Independentemente da potência e do tempo de carregamento, será sempre aplicada uma taxa de 16,57 cêntimos aos operadores de pontos de carregamento (OPC) e aos comercializadores de eletricidade para a mobilidade elétrica (CEME).

Contas feitas, para os utilizadores, isto traduz-se num aumento de 33,1 cêntimos por cada carregamento efetuado num dos mais de 1650 postos de carregamento público geridos pela Mobi.E.

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Esta taxa já estava prevista desde que os carregamentos nos postos públicos começaram a ser pagos, mas só agora passou a ser cobrada.

De acordo com a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), “estas tarifas representarão entre 4% e 8% do preço final pago pelos UVE ” e serão “incorporadas no preço final pago pelos utilizadores de veículos elétricos que recorrem à rede de mobilidade elétrica”.

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Citado pelo Dinheiro Vivo, Luís Barroso, presidente da Mobi.E, recorda que esta contribuição foi definida pela entidade reguladora de energia (ERSE) mas só abre a porta a alterações “se a perceção de utilizadores e de agentes de mercado se confirmar”.

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Em declarações à referida publicação, Henrique Sánchez, líder da associação UVE, revela que “a aplicação da taxa deveria ser efetuada por energia consumida e não por um valor fixo” e lembra que “quem carrega mais deverá pagar proporcionalmente, para não serem prejudicados os utilizadores com menor capacidade de carregamento na sua viatura elétrica”.

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