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Levei a minha Renault Mégane II 1.5 dCi com 220 mil km para o Estoril

Ainda não vai ser desta que vão conhecer todos os detalhes da minha fiel companheira: uma Renault Mégane II 1.5 dCi de 2003. Hoje a aventura vai ser outra... um track day no Autódromo do Estoril.

Acho incrível. Confesso que acho incrível. Todas as semanas conduzo as mais recentes novidades do mercado e o carro que me pedem mais vezes para mostrar aqui na Razão Automóvel é… uma carrinha com 16 anos e mais de 220 000 km percorridos!

É isso mesmo. A minha Renault Mégane II 1.5 dCi (82cv) de 2003. Uma fiel companheira — bem mais fiel do que eu…—  que todas as semanas é trocada pelos carros mais potentes, mais recentes e mais modernos em teste na Razão Automóvel. Mas queres saber a verdade? No final da semana é sempre ela que lá está à minha espera.

Querem saber onde nasceu toda esta curiosidade pela minha carrinha? Foi aqui, no final deste vídeo.

Renault Mégane II. O prémio merecido.

Após tantas trocas por modelos mais recentes, decidi dar-lhe um prémio pela sua lealdade: três voltas ao Circuito do Estoril. Como qualquer carro, a minha Renault Mégane II também gosta de uma boas curvas.

Vocês provavelmente não sabem mas na cabeça do motor das primeiras gerações do motor 1.5 dCi (K9K 260 / 702 / 710 / 722) encontramos um inscrição a dizer Renault Fórmula 1.

Não acreditam? Aqui fica a imagem:

Renault Mégane II
Como é que eu dei com isto? É uma longa história que só quem me segue no Instagram é que conhece.

Não sei qual é o motivo para tal inscrição num motor Diesel com uns modestos 82 cv de potência mas… até tem piada. Quanto a mim, estas voltas ao Circuito do Estoril foram uma espécie de gratificação pelos milhares de quilómetros que temos feito juntos, e que foram legitimadas pela inscrição “Renault F1” que lhe devia dar acesso a qualquer circuito mundial.

Depois disto, pediu-me para ir até ao Nürburgring mas eu disse-lhe que não…

Primeiro temos de cumprir aquilo que prometemos. Um vídeo completo sobre este «casamento» que já dura há 5 anos e tem muitas histórias para contar. Depois disso, logo falamos no Nürburgring. Era porreiro não era?

VÊ TAMBÉM: Tudo o que aprendi neste carro que foi de uma idosa

A potência não importa

Se ainda estás a ler estas linhas — deixa um comentário para eu ter a certeza que alguém leu isto… — quero deixar a seguinte mensagem: desfruta do teu carro.

Não importa se tem 60 cv ou 600 cv. Conduz! Pega nele, faz uma viagem, esgota uma mudança, mete o rádio no máximo. Desfruta ao máximo daquilo que ele te pode oferecer.

Renault Mégane II
Depois do Estoril, fomos até a Costa da Caparica para refrear os ânimos.

É porque o automóvel é um objeto tão apaixonante que há tantas pessoas as escrever sobre eles e não há quase ninguém a escrever sobre frigoríficos.

Quanto a mim, prometo trazer a minha Renault Mégane II novamente aqui à Razão Automóvel brevemente. Alinham noutro conteúdo com a minha carrinha?

LÊ TAMBÉM O poder terapêutico da condução

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