Música para os ouvidos

Seis gerações de BMW M5. Qual deles com o melhor som de escape?

Seis cilindros em linha NA, V8 NA, V10 NA e V8 twin turbo. Diferentes motores, diferentes sonoridades nas seis gerações do BMW M5. Qual o mais interessante?

O BMW M5 é uma referência incontornável no que toca a super-berlinas executivas, desde que conhecemos o primeiro, no distante ano de 1985. Geração após geração, tem sido a bitola pela qual os outros se medem.

Com a mais recente geração agora apresentada, a F90, o M5 conhece a sua sexta geração. Com ele traz um V8 twin turbo capaz de 600 cv, longe, muito longe, dos seis cilindros em linha naturalmente aspirados do primeiro M5, o E28.  Debitava 286 cv, um valor “modesto” para os dias que correm, mas dignos de um superdesportivo da época — o motor M88/3 era uma derivação do usado no irrepetível M1.

O seis cilindros em linha, naturalmente aspirado (NA), manteve-se na segunda geração, o E34. Com o nome de código S38, conheceu diversas versões enquanto foi comercializado — começou nos 3.5 litros e acabou com 3.8, com os cavalos a subirem de 315 para 340, respetivamente.

A geração seguinte trouxe novidades. O BMW M5 E39, talvez o mais reverenciado de todos, trocou o seis cilindros em linha por um V8 (S62), sempre NA. A capacidade cresce para os 5.0 litros e a potência sobe até aos 400 — para os mais veteranos, um pouco de nostalgia, quando o Top Gear tinha um senhor chamado Tiff Needell.

Nova geração, mais novidades. O E60 será sempre o Série 5 mais controverso de sempre, devido ao seu estilo, mas quem pode criticar o V10 NA (S85) de 5.0 litros que veio com o M5, digno de um superdesportivo? Capaz de debitar 500 cv às 7750 rpm, rivalizava com o V10 NA do contemporâneo… Lamborghini Gallardo.

Regresso aos V8 com o M5 F10. Mas depois das altas rotações do E60, o F10 trouxe a força do binário, já que o V8 de 4.4 litros (S63) trouxe, pela primeira vez, um par de turbos acoplado ao motor. Conheceu diversas versões, começando nos 560 cv e acabando nos 600 cv do M5 Competition Edition.

Motor que transita para a nova geração (F90), ainda que atualizado, mantendo os 600 cv, mas com 750 Nm de binário, 50 Nm mais do que no F10. O F90 destaca-se também por ser o primeiro M5 a vir com tração integral — mas para os fãs dos powerslides, existe um modo de condução 2WD.

Agora que conhecemos o que está por baixo do capot de todas as gerações do BMW M5, qual deles soará melhor? Uma pequena amostra no video abaixo.

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