Do Mundial de Moto2 para os buggy

Miguel Oliveira. “Se puder, volto para o ano, e para fazer as 24 horas”

Depois da época fantástica no Mundial de Moto2, Miguel Oliveira trocou as duas, pelas quatro rodas, nas 24 Horas de Fronteira. E confessou-se rendido!

Miguel Oliveira, o maior nome da história do motociclismo nacional, aceitou o repto para experimentar, pela primeira vez, o Todo-o-Terreno, correndo nas 24 Horas de TT Vila de Fronteira, ao volante de um SSV, vulgo, buggy.

No final das três horas de prova, com o 16.º lugar garantido, de entre um total de 44 equipas participantes, assumia-se, em declarações exclusivas à Razão Automóvel, rendido à modalidade. Prometendo mesmo e caso a oportunidade surja, “voltar para o ano, até mesmo para fazer, não três, mas as 24 horas!”.

Miguel Oliveira Buggy

Piloto da equipa oficial da Red Bull KTM no Mundial de Moto2, Oliveira apresentou-se em Fronteira com equipa em nome próprio, “Miguel Oliveira Fan Club Racing Team”. Formação que, no entanto, resultou “de um convite de um amigo”, que decidiu partilhar o seu Can-Am Maverick X3 XRS da categoria SSVT1, com o motociclista luso.

“Foi uma experiência muito positiva, diverti-me imenso, os meus colegas ajudaram-me muito na adaptação ao carro, sendo que o resultado acabou por saber a pouco”, comentou, no final, Miguel Oliveira. Recordando que “tivemos problemas logo na primeira curva, devido a um toque num outro piloto, que nos fez perder dois minutos”, a que se seguiu novo atraso, “já no segundo turno, quando fomos obrigados a entrar nas boxes uma volta antes do tempo, devido à transmissão dianteira partida e num altura em que estávamos apenas com tracção traseira”.

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Superado o problema técnico, “acabámos por sentir dificuldades em recuperar o tempo perdido, sendo que, quando entrei em pista, também tive de voltar a sair a uma volta do fim, para reabastecer. Portanto, foram três paragens, a última das quais desnecessária. Ainda assim, é uma experiência a repetir, sem dúvida”.

Miguel Oliveira: “Por mim, no ano que vem, corria as 24 horas”

Claramente rendido à experiência, o motociclista português garante que, “para o ano, não sei em que categoria, mas vou tentar estar novamente presente. Aliás, não me importava sequer de voltar a correr com os SSV e fazer as 24 horas; ou até podiam ser as duas provas juntas! … Mas, enfim, vamos ver como será, já que, este ano, a minha participação resultou de um convite do Pedro Ferreira, foi tudo muito rápido, de uma semana para a outra, muito em cima. Ainda assim, é claramente para repetir!”.

Miguel Oliveira Buggy

Já no Mundial de Moto2, a certeza de que, a próxima época, “será mais uma temporada de muito trabalho, com o objectivo de chegar ao topo”.

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