Glórias do Passado

McLaren F1 “LM Specification” HDF. Um hino à performance

"As pessoas reconhecem que é um carro realmente extraordinário". Andrew Bagnall é o feliz proprietário de um dos dois McLaren F1 'LM Specification' HDF em todo o mundo.

Se há desportivo que dispensa apresentações, esse desportivo é o McLaren F1. Para os mais distraídos, vamos ao essencial.

Produzido entre 1993 e 1998 e equipado com um bloco V12 de 6,1 l com 627 cv de potência, o F1 ficou para história como o carro de produção com motor atmosférico mais rápido de sempre, ao atingir uma velocidade recorde de 390,7 km/h.

Além disso, foi também o primeiro modelo road legal a recorrer a um chassis em fibra de carbono, fruto do know-how da McLaren oriundo da Fórmula 1.

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Sendo um carro de produção limitada às 106 unidades — 64 das quais são carros de estrada, como este exemplar —, pode dizer-se que qualquer McLaren F1 é um carro bastante raro por natureza. Mas no caso de Andrew Bagnall, empresário neozelandês, pode gabar-se de ter na garagem um dos McLaren F1 mais raros do planeta, o McLaren F1 ‘LM Specification’ HDF (nas imagens).

Esta versão HDF — Extra High Downforce Package — diferencia-se do modelo original graças à asa traseira de maiores dimensões, splitter dianteiro de proporções generosas e saídas de ar sobre os arcos das rodas. Menos visíveis são as afinações na suspensão, o novo difusor traseiro e o incremento de 53 cv de potência do motor V12, totalizando 680 cv!

Estas modificações transformaram um carro confortável e fácil de conduzir em estrada numa máquina de circuito. O McLaren F1 HDF muda de relação como nenhum outro carro à face da terra.

Andrew Bagnall
McLaren F1 HDF, Andrew Bagnall
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Não há amor como o primeiro

Proprietário de muitos outros carros exóticos, inclusive o mais recente McLaren P1, Andrew Bagnall confessa que o McLaren F1 ‘LM Specification’ HDF tem um lugar especial na sua garagem. “Já conduzi grandes desportivos e muito deles acabam nas mãos de outras pessoas alguns anos depois, mas eu gosto tanto deste carro que seria uma grande perda se tivesse que o vender”.

E desengane-se quem pensa que o desportivo serve apenas como uma peça de museu, ou não fosse Andrew Bagnall um ex-piloto. “Conduzo-o pelo menos uma vez por mês”, afirma. O vídeo em baixo espelha bem a paixão de Andrew pelo seu McLaren F1:

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