Valkyrie. O primeiro vislumbre do desportivo que quer marcar uma geração

As duas marcas descrevem-no como o «hipercarro do futuro», um futuro que depois da apresentação do Valkyrie em Genebra parece estar cada vez mais próximo.

Foi com alguma surpresa que a Aston Martin e a Red Bull revelaram, há dois dias, o nome escolhido para o seu superdesportivo, um nome inspirado na mitologia nórdica e que continua a tradição dos automóveis começados por “V” da marca britânica.

Olhando para o novo Valkyrie, que foi ontem apresentado pela primeira vez ao público, ambição é o que não falta à Red Bull e a Aston Martin. As duas marcas juntaram-se para apontar «baterias» à santíssima trindade da indústria automóvel – Ferrari LaFerrari, Porsche 918 e Mclaren P – mas o Valkyrie promete ser capaz de muito mais do que isso.

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Um compêndio tecnológico de fazer inveja

Começando pelo motor, no coração do AM-RB 001 está um bloco desenvolvido em estreita colaboração com a Cosworth com recurso às tecnologias e know-how provenientes da Fórmula 1. Mais concretamente, estamos a falar de um bloco V12 atmosférico de 6.5 litros com x cavalos de potência.

O motor Cosworth está acoplado a uma caixa de sete velocidades desenvolvida pela Ricardo, enquanto que a Rimac – empresa croata que tem em mãos um desportivo elétrico – é a grande responsável pela unidade elétrica que trabalha em conjunto com o motor de 12 cilindros em V.

Mas a lista de parcerias não acaba aqui. A carroçaria MonoCell em fibra de carbono é desenvolvida pelos canadianos da Multimatic, os grupos óticos pela Wipac e o sistema de travagem é fruto da parceria entre a Alcon e a Surface Transforms. Já o sistema de controlo de tração e a centralina ficam a cargo da Bosch.

O Valkyrie será limitado às 150 unidades (+25 unidades para competição), e os primeiras deverão chegar à estrada no início de 2019.


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