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Cabify: concorrente da Uber já chegou a Portugal

A Cabify promete “revolucionar o sistema de mobilidade urbana” e começa hoje a operar em Portugal. Por enquanto, o serviço está disponível apenas na cidade de Lisboa.

Conhecida como a principal concorrente da polémica empresa de serviços de transportes Uber, a Cabify é uma plataforma fundada há cinco anos em Espanha, que opera já em 18 cidades de cinco países – Espanha, México, Peru, Colômbia e Chile – e que pretende agora expandir o negócio para o nosso país a partir de hoje (11 de maio), segundo um anúncio feito através da página de facebook.

Lisboa será a primeira cidade a usufruir do serviço, mas a Cabify pretende entrar noutras cidades portuguesas, onde querem ser vistos como “uma das soluções mais úteis do mercado”.

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Na prática, a Cabify é em tudo semelhante ao serviço já existente em Portugal assegurado pela Uber.. Através de uma aplicação, o cliente pode chamar um veículo e no final fazer o pagamento através de cartão de crédito ou do sistema PayPal.

Uber vs Cabify: quais as diferenças?

Cálculo do valor da viagem: é feito em função dos quilómetros percorridos e não do tempo. Em caso de trânsito, o cliente não fica a perder. Em Lisboa o serviço custa 1,12€ por km e cada viagem tem o custo mínimo de 3,5€ (3 km).
Só há um tipo de serviço disponível: o Lite, equivalente ao UberX. Segundo a Cabify está garantido um VW Passat ou similar com capacidade para 4 pessoas + motorista.
Personalização: através do teu perfil podes especificar qual a rádio que queres ouvir, se o ar condicionado deve estar ligado ou não e se queres que o motorista te abra a porta – podes mesmo definir se queres que a porta seja aberta na origem, no destino ou em ambos.
Sistema de Reservas: com esta funcionalidade podes agendar a chegada da viatura e definir o local de recolha.

Taxistas prometem luta

Em declarações à Razão Automóvel e depois de terem sido divulgadas mais informações sobre a Cabify, o presidente da FPT, Carlos Ramos, não tem dúvidas: “é uma Uber mais pequena” e assim sendo vai “operar na ilegalidade”. O porta-voz da Federação revelou ainda que “a FPT espera a intervenção do Governo ou do Parlamento, mas também uma resposta por parte da Justiça”. Carlos Ramos não ignora que existem alguns problemas no serviço prestado pelos táxis, mas que não são “plataformas ilegais” que os vão resolver.

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Carlos Ramos considera também que “é necessário reajustar a oferta de serviços de transporte à procura” e que “a tendência de liberalização do sector vai prejudicar quem já está operar, para que outros possam entrar com menos restrições”.

Imagem: Cabify

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