Porsche Boxster Spyder: receita apurada

O salão de Nova Iorque foi o palco eleito para revelar o Porsche Boxster Spyder, o último capítulo na rápida sucessão de lançamentos das variantes mais agressivas da marca de Estugarda, nomeadamente o Porsche 911 GT3 RS e o Cayman GT4.

O novo Boxster Spyder segue a linha do seu antecessor, afirmando-se como o mais leve e apurado dos Boxster. Os 1315 kg de peso – menos 30 kg que o Boxster GTS – são alcançados recorrendo a uma capota manual específica. A guerra ao peso serviu ainda de justificação para a ausência de rádio ou ar condicionado, passando estes à lista de opcionais.

A capota recupera a forma característica do anterior Spyder, mas promete uma maior facilidade de uso, comportando-se de forma semelhante a uma capota convencional.

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O Boxster Spyder recebe novos bancos desportivos mais leves e um novo volante forrado a Alcantara de diâmetro reduzido com 360 mm. Complementando o convite a um tipo de condução mais vigorosa num qualquer pedaço de asfalto serpenteante, a direcção é mais directa, a suspensão mais firme e a distância ao solo reduz-se em 20 mm. O contacto com o asfalto é efectuado através de generosas rodas de 20″, apresentando medidas de 235/35 ZR 20 à frente e 265/35 ZR 20 atrás.

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Do 911 Carrera recebe os travões, do Cayman GT4 os pára-choques dianteiros e traseiros, e também o 6 cilindros boxer de 3.8 litros. Apesar de o motor ser o mesmo, no Boxster Spyder debita menos 10 cv. Os números finais são de 375 cv às 6700 rpm e 420 Nm entre as 4750 e as 6000 rpm. Estes traduzem-se em 4.5 segundos dos 0 aos 100 km/h e 14.8 segundos até aos 200, atingindo 290 km/h de velocidade máxima.

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