Glórias do Passado

Viagem pela história dos desportivos da Toyota

Uma viagem de 50 anos até às origens do primeiro coupé desportivo da marca nipónica e redescobrir toda a linhagem.

Foi ao Toyota Sports 800 que coube a honra de inaugurar a linhagem de desportivos da marca. Equipado com um motor boxer de dois cilindros de apenas 800cc de cilindrada, o pequeno 800 conseguia atingir a bastante digna cifra dos 150km/h de velocidade máxima. Desde essa altura, a Toyota criou uma longa história de desportivos de arquitetura de motor frontal e tração traseira, que foi somando louros quer na competição, quer junto do público em geral.
Toyota
Toyota Sports 800

Um desses rebentos foi o exclusivo 2000 GT, equipado com o motor de 2 litros, 6 cilindros em linha , e apresentado pela primeira vez em 1965 no Salão de Tóquio, ajudando a Toyota a construir uma reputação de construtor de veículos desportivos. Já em 1971, surgiu o primeiro Celica, que faz jus à linhagem desportiva que incorporava o espírito de tração traseira, tendo sido elogiados por muitos entusiastas pela sua agilidade, somando fãs no mundo do desporto motorizado. Mais tarde,  em 1984, foi lançado o MR2, modelo que ganhou a reputação de ser um dos mais completos “drivers-car” da sua geração.

Toyota Corolla Levin (TwinCam) AE 86
Toyota Corolla Levin (TwinCam) AE 86

Contudo, o automóvel que mais corações fez palpitar, e que ainda hoje é um automóvel de culto – principalmente junto da comunidade de amantes do drift – é o Corolla Levin (Twin Cam) AE 86. O Corolla Levin AE 86, vinha equipado com um motor frontal e tração traseira. De dimensões compactas, leve, repartição de pesos equilibrada e uma relação peso/potência danada para a brincadeira, o AE 86 conquistou a preferência de muitas equipas de competição graças a estas premissas. Segundo a marca nipónica, foi o crescente saudosismo em volta do extinto modelo que impulsionou a Toyota a produzir o novo GT 86.


Antes que perguntem, faço eu a questão: Então e o Toyota Supra? Bem, o Toyota Supra não foi esquecido, mas esse é uma outra história… e que história!

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