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Conteúdo patrocinado Volkswagen

Da “Pão de Forma” ao ID.3. A história dos elétricos da Volkswagen

Para muitos, a chegada do ID.3 marca o início da eletrificação da Volkswagen. No entanto, essa é uma história que conta com muitos outros capítulos.

Volkswagen

Numa altura em que o processo de eletrificação da Volkswagen tem no novíssimo ID.3 o seu “porta estandarte”, nada melhor que recordar a história da eletrificação da marca alemã e como esta chegou até ao evoluído modelo cuja apresentação está reservada para o Salão de Frankfurt.

Desde a icónica “Pão de Forma” (também conhecida por Volkswagen Transporter ou simplesmente T2) até ao eterno Golf, passando pelo pequeno Up!, a eletrificação na Volkswagen já assumiu várias formas e passou por diversas fases.

Volkswagen T2 Camper

O princípio da história

As origens do processo de eletrificação da Volkswagen remontam a 1970, quando Adolf Kalberlah e uma pequena equipa por si dirigida no Centro para Investigação Futura da Volkswagen, se dedicaram a descobrir “uma motorização para o futuro”.

Volkswagen T2 Camper

Do trabalho desenvolvido por Adolf Kalberlah e a sua equipa resultaria o primeiro protótipo elétrico da Volkswagen, uma T2 Camper equipada com umas (muito) pesadas baterias de chumbo.

As baterias pesavam um total de 850 kg, fazendo com que a T2 Camper pesasse mais de 3 toneladas, facto que ajuda a explicar a velocidade máxima de apenas 70 km/h. Já o carregamento demorava um total de 10 horas numa tomada de 220 V.

Volkswagen T2 Camper

Tendo em conta que a autonomia era de apenas 70 km e o tempo de carregamento demorava umas longas 10 horas, a solução encontrada pela Volkswagen foi simples: desenvolver um sistema que permitisse trocar rapidamente uma bateria descarregada por uma carregada.

Parecia ser a alternativa perfeita para viagens de curta distância: em frotas municipais, como veículos de serviço ou para serviços locais de entrega

Adolf Kaberlah

Golf City-STROMer

Os primórdios da eletrificação de um ícone

Ao contrário do que possas pensar, a eletrificação do icónico Golf é bem anterior ao surgimento do e-Golf. Aliás, é tão antiga que já desde a primeira geração que a Volkswagen se dedicava a eletrificar aquele que se viria a tornar num dos seus maiores ícones.

Designado City-STROMer, o primeiro Golf elétrico surgiu em 1976, apenas dois anos após o lançamento do Golf e praticamente ao mesmo tempo que a versão…Diesel!

A dar vida ao primeiro Golf City-STROMer encontrava-se, inicialmente, um motor elétrico DC com cerca de 20 cv alimentado por baterias de chumbo-ácido que lhe permitiam percorrer cerca de 50 km.

Volkswagen Golf City Stromer

Usado como veículo de investigação, o primeiro Golf City-STROMer era já capaz de alcançar os 80 km/h. Nos 10 anos em que foi usado como veículo de testes, recebeu vários tipos de baterias e motores elétricos.

A evolução do Golf City-STROMer

Dado o carácter experimental do primeiro Golf City-STROMer, o primeiro Golf elétrico “oficial” pertence à segunda geração e surgiu em 1984. Apesar de manter o nome Golf City-STROMer, debaixo do capot surgiam várias novidades.

Volkswagen Golf City-STROMer

O motor elétrico DC deu lugar a um motor elétrico AC capaz de debitar 25 cv. Já as baterias eram de gel de chumbo de 96 V e com uma capacidade de 120 Ah/h. Capaz de percorrer cerca de 50 km entre carregamentos e de atingir os 96 km/h, seriam produzidas 120 unidades deste Golf elétrico.

Ao mesmo tempo, a Volkswagen desenvolveu também uma versão elétrica do Jetta, que, graças à maior bagageira, recorria a baterias de sódio-enxofre que permitiam uma autonomia de 120 km.

Volkswagen Golf City-STROMer

Já em 1993, e chegada a terceira geração do Golf, a Volkswagen associou-se à Siemens para desenvolver o novo City-STROMer.

Volkswagen Golf City-STROMer

Equipado com um motor elétrico AC de 23 cv e com 16 baterias de gel de chumbo de 96 V e 180 Ah de capacidade, o terceiro Golf City-STROMer contava já com regeneração de energia através da travagem, o que lhe permitia oferecer uma autonomia de até 88 km.

Com uma velocidade máxima de 100 km/h, o último dos Golf City-STROMer contava com um carregador de 220 V que permitia uma recarga de até 80% em uma hora e meia e uma recarga total em apenas duas horas.

Volkswagen Golf City-STROMer

Volkswagen e-Golf e e-Up!

Os primeiros passos de um extenso plano

Depois do desaparecimento do Golf City-STROMer lançado em 1993 foi preciso esperar 20 anos, até 2013, para voltarmos a ver um Volkswagen movido a energia elétrica.

O primeiro a chegar foi o e-Up! que com uma autonomia de 160 km e 82 cv deixava já bem longe os primeiros modelos elétricos da marca de Wolfsburgo.

Volkswagen e-Up!

Já o primeiro Golf elétrico desde o desaparecimento do City-STROMer, o e-Golf surgiu em 2015, e desde então tem vindo a ser constantemente evoluído.

Volkswagen e-Golf

Assim, já viu a autonomia aumentar (fruto do aumento da capacidade das baterias de iões de lítio de 24,2 kWh para 35,8 kWh) e também a potência, ganhando 20 cv (sim, ganhou o equivalente à potência total do primeiro Golf elétrico) e debitando hoje 136 cv.

Capaz de percorrer 231 km entre carregamentos (valores já de acordo com o WLTP) o e-Golf é a prova de como os automóveis elétricos evoluíram nos últimos 40 anos.

Volkswagen e-Golf

Volkswagen ID.3

O futuro começa aqui.

Assim chegamos ao ID.3. Primeiro modelo de uma ofensiva elétrica da Volkswagen que se irá traduzir em cerca de 20 modelos, este recorre à plataforma do futuro da marca alemã: a MEB.

Volkswagen ID.3

O ID.3 vai contar com três packs de baterias com 45 kWh, 58 kWh e 77 kWh de capacidade que oferecem, respetivamente, uma autonomia de 330 km, 420 km e 550 km.

Com apresentação marcada para o Salão de Frankfurt, o ID.3 apresenta-se como o pináculo de um processo cujas origens remontam a 1970.

ID.3 1ST

O pontapé de saída da eletrificação já pode ser pré-reservado

Para assinalar o início de uma nova era, a Volkswagen criou a série especial ID.3 1ST. Limitada a 30 mil unidades, disponível para pré-reserva mediante o pagamento de 1000 euros.

O ID.3 1ST, com um valor a rondar os 40 mil euros, já conta com mais de 15 mil reservas e está disponível em quatro cores e três versões: ID.3 1ST, ID.3 1ST Plus e ID.3 1ST Max.

Quanto à bateria que dá vida a esta versão limitada, essa conta com 58 kWh de capacidade, oferecendo uma autonomia de até 420 km (de acordo com o ciclo WLTP).

Volkswagen ID.3

ID. Hub

Para que não existam dúvidas

Para dar a conhecer o seu projeto de eletrificação a Volkswagen decidiu ainda criar o ID. Hub, um website dedicado não só à família de modelos ID. como à desmistificação de uma série de preconceitos que persistem em relação aos automóveis elétricos.

Lá é possível ficar a conhecer de forma mais aprofundada os futuros elétricos da Volkswagen, e a marca responde ainda a questões que vão desde carregamentos à autonomia.

Nas próximas edições deste especial sobre a Volkswagen, vamos aprofundar em maior detalhe os planos da marca alemã no que à eletrificação diz respeito, com a família ID. a ser o farol de uma revolução que promete mudar de forma profunda, a face daquela que é uma das maiores marcas de automóveis do mundo.

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