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Portagens

Elétricos e híbridos plug-in com tração integral vão ser Classe 1 nas portagens

A reclassificação dos elétricos e híbridos plug-in com tração integral para Classe 1 nas portagens foi aprovada ontem em decreto-lei.

Depois de há três anos ter alargado o acesso à classe 1 das portagens a mais veículos, o Governo voltou a «mexer» na lei das portagens. Desta vez os beneficiados são os elétricos e híbridos plug-in com tração integral.

No comunicado do Conselho de Ministros de 25 de novembro pode-se ler: “Foi aprovado o decreto-lei que clarifica a situação dos veículos híbridos e elétricos, atentas as suas particularidades em matéria de eixos motores, no que à sua reclassificação em classe 1 para efeitos de pagamento de portagens diz respeito”.

Ainda no mesmo comunicado o Governo afirma: “considerando que estas tipologias de veículos são menos poluentes e energeticamente mais eficientes (…) não faria sentido que fossem negativamente discriminados na possibilidade de reclassificação na classe 1 de portagens”.

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Porque pagavam classe 2?

Se bem se recordam são classe 1 em Portugal os ligeiros de passageiros e mistos com dois eixos com:

  • Peso bruto superior a 2300 kg e igual ou inferior a 3500 kg;
  • Lotação igual ou superior a cinco lugares;
  • Altura medida à vertical do primeiro eixo igual ou superior a 1,10 m e inferior a 1,30 m;
  • Sem tração integral permanente ou inserível;
  • Veículos com matrícula posterior a 01-01-2019 têm ainda que cumprir a norma EURO 6.

E são ainda classe 1 os veículos ligeiros de passageiros, mistos ou mercadorias, com dois eixos:

  • Peso bruto igual ou inferior a 2300 kg;
  • Altura medida à vertical do primeiro eixo igual ou superior a 1,10 m e inferior a 1,30 m;
  • Sem tração integral permanente ou inserível;.

Como há muitos elétricos e híbridos plug-in que contam com dois ou mais motores que lhes conferem tração integral, alguns destes modelos acabam muitas vezes classificados como classe 2 pela lei das portagens.

Segundo o Governo, esta alteração pretende “ajudar” os modelos que “tendencial e progressivamente, virão mesmo a substituir os veículos com motores de combustão interna e tração mecânica”.

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