Apresentação

Subaru BRZ. Tudo sobre o novo desportivo da Subaru

Depois de uma longa espera, a nova geração do Subaru BRZ deu-se a conhecer. Com um novo motor boxer, já só falta conhecer o seu "irmão" da Toyota.

Há muito esperado, o Subaru BRZ deu-se hoje a conhecer, assegurando a par do seu gémeo que ainda não conhecemos, o novo Toyota GR86 (ao que parece será este o seu nome), a continuidade de uma “espécie em vias de extinção”: os coupés compactos de tração traseira.

Esteticamente, o novo BRZ seguiu a máxima da “evolução na continuidade”, não cortando diretamente com as linhas do seu antecessor e mantendo muitas das suas proporções gerais. Afinal de contas, em equipa que ganha mexe-se pouco.

Desta forma, continua a apostar nas dimensões compactas e num visual que apesar de desportivo não cai na tentação de se tornar demasiado agressivo. No exterior, destaque para as diversas entradas e saídas de ar (no para-choques e guarda lamas dianteiros) e para o facto de a traseira, ao adotar faróis maiores, ter ganho um visual mais “musculado”.

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Subaru BRZ

Quanto ao interior, as linhas maioritariamente retilíneas dão conta de que a função teve prioridade sobre a forma. Já no campo tecnológico, o novo Subaru BRZ não só conta com um ecrã de 8” para o sistema de infoentretenimento da Subaru (o Starlink) como adota um painel de instrumentos digital de 7”.

Mais potência para (quase) o mesmo peso

Debaixo do capô do novo Subaru BRZ encontramos um 2.4 l boxer atmosférico de quatro cilindros que oferece 231 cv e 249 Nm de binário e conta com o redline às 7000 rpm. Para teres uma ideia, o 2.0 boxer usado na primeira geração ficava-se pelos 200 cv e 205 Nm.

Quanto à transmissão, o Subaru BRZ tanto pode contar com uma caixa manual como automática, sendo que ambas contam com seis relações e a última conta com um modo “Sport” que automaticamente seleciona e mantém uma mudança apropriada para melhorar a resposta em curva. Como é óbvio, a potência continua a ser enviada, exclusivamente, às rodas traseiras.

Com 1315 kg, o novo BRZ pouco “engordou” face ao seu antecessor. Segundo a Subaru, a poupança de peso mesmo com a adoção de um motor mais pesado deveu-se, em parte, ao uso de alumínio no tejadilho, guarda-lamas dianteiros e no capô.

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Tecnologia reforçada

De acordo com a Subaru, o uso de novos métodos de produção e os ensinamentos retirados do desenvolvimento da plataforma Subaru Global Platform permitiram aumentar em 50% a rigidez estrutural do chassis, permitindo desta forma um ainda melhor desempenho dinâmico.

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Já numa espécie de “sinal dos tempos”, o Subaru BRZ também viu os sistemas de segurança e assistência à condução serem reforçados. Desta forma, nas versões com caixa automática, o BRZ conta com o sistema EyeSight Driver Assist Technology, uma estreia no modelo japonês. Entre as suas funções contam-se a travagem pré-colisão ou o cruise control adaptativo.

Com chegada ao mercado norte-americano prevista para o início do outono de 2021, já se sabe que o novo Subaru BRZ não será comercializado por cá. Resta saber se o seu “irmão”, o Toyota GR86, lhe seguirá o exemplo ou não.

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