Fórmula 1

No GP da Rússia só tem ganho a Mercedes. Será a Ferrari capaz de mudar isso?

A Mercedes venceu todas as edições do GP da Rússi, mas após três vitórias consecutivas, a Ferrari chega cheia de motivação. Quem vencerá?

Depois de um início de época horribilis, nas últimas três provas a Ferrari tornou-se o alvo a abater. Conseguiu vitórias consecutivas, pôs um travão ao domínio quase absoluto que a Mercedes vinha a impondo até agora e trouxe de volta à Fórmula 1 uma certa incerteza que faz com que à chegada do GP da Rússia as expectativas estejam em alta.

É que se tivermos em conta que em Singapura não só Vettel conseguiu quebrar um jejum de vitórias que durava há 392 dias como a Ferrari alcançou a primeira dobradinha do ano, razões não faltam para acompanhar com atenção o GP da Rússia, principalmente para ver como se porta a Mercedes na “ressaca” de uma série de dois GP sem vencer.

Ao mesmo tempo, a Red Bull procura manter-se próxima dos lugares da frente, isto depois de ter sido a primeira a quebrar a hegemonia da Mercedes e de na última prova ter visto Max Verstappen regressar aos pódios após ter desistido no GP da Bélgica e de não ter ido além de um oitavo lugar em Itália.

O Autódromo de Sochi

Localizado nas proximidades do local onde se realizaram os Jogos Olímpicos de Inverno em 2014, o Autódromo de Sochi estende-se ao longo de 5,848 km destacando-se o seu traçado pelas duas longas retas e pela predominância de curvas rápidas.

Casa do GP da Rússia desde 2014, até hoje só uma marca venceu no Autódromo de Sochi: a Mercedes. Já ao nível dos pilotos, Lewis Hamilton, com três vitórias conquistadas naquele traçado surge como o mais bem sucedido.

O que esperar do GP da Rússia?

À entrada de uma prova que tem dominado totalmente, a Mercedes procura voltar às vitórias e evitar escrever uma página da história recente da Fórmula 1 de que dispensa fazer parte. É que desde 2014 e da chegada da era híbrida que a Mercedes não fica quatro corridas seguidas sem vencer, contando com uma percentagem de vitórias de 73% neste período.

Ora, após já se terem realizado duas sessões de treinos livres, a verdade é que a Mercedes continua a surgir atrás da Ferrari e da Red Bull, que viu Max Verstappen tirar proveito da troca da unidade de combustão interna das unidades motrizes da Honda (que vai valer à Red Bull e Toro Rosso uma penalização) para se assumir como o mais rápido.

Atrás deste ficaram Charles Leclerc, Valtteri Bottas, Hamilton e Vettel (por esta ordem) prometendo uma luta a cinco no GP da Rússia. Mais atrás, a Racing Point deverá tentar mostrar que o ritmo revelado nos treinos livres tem reflexo na corrida enquanto a Renault e a McLaren irão procurar reaproximar-se da frente após terem desiludido nos treinos livres.

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Por fim, na cauda do pelotão a Williams continua em baixo e a Toro Rosso tem visto Gasly provar que se a Red Bull era demasiado grande para si, a equipa secundária talvez seja demasiado pequena.

O GP de Rússia tem começo marcado para as 12h10 (hora de Portugal continental) de domingo, sendo que para amanhã à tarde, a partir das 13h00 (hora de Portugal continental) está marcada a qualificação.

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