Ambiente

França quer proibir venda de veículos a gasolina e gasóleo em 2040

A França planeia banir a venda de veículos que consumam combustíveis fósseis até 2040. O objetivo? Atingir a neutralidade carbónica até 2050.

Depois de ter sido apresentado em 2017 e “metido na gaveta” até agora, de acordo com a ministra dos transportes gaulesa, Elizabeth Borne, o plano francês para banir a venda de veículos que consumam combustíveis fósseis vai mesmo avançar.

O então ministro do ambiente francês, Nicolas Hulot, afirmou que a França estaria a planear banir a venda de veículos que consumam combustíveis fósseis a partir de 2040.

No entanto, a demissão de Hulot em setembro de 2018 (em protesto face à falta de empenho de Macron no que às questões ambientais diz respeito) e o surgimento do movimento dos “Coletes Amarelos”, que se opunham aos impostos de carbono sobre os preços dos combustíveis e ao alto custo de vida, pareciam ter deixado o projeto em stand by.

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Objetivo? A neutralidade carbónica

Agora, a ministra dos transportes, Elizabeth Borne, afirma que o objetivo estabelecido pelo antigo ministro do ambiente será cumprido, declarando: “Queremos atingir a neutralidade carbónica em 2050 e precisamos de um plano em relação a isso, o que inclui a proibição da venda de veículos que consumam combustíveis fósseis em 2040”.

Elizabeth Borne afirmou: “desde o início do mandato de Emmanuel Macron, que a meta é o plano climático que Nicolas Hulot anunciou em 2017. Vamos agora inscrever essa meta na lei”. A ministra acrescentou ainda que a França irá ajudar a indústria automóvel a fazer a transição para os automóveis elétricos, a hidrogénio e, possivelmente, a biogás.

A lei em causa pretende favorecer alternativas ao uso do automóvel, melhorar a rede ferroviária e criar a base legal para a instituição de novas formas de mobilidade como sistemas de partilha de bicicletas, scooters ou até automóveis. A lei (designada lei da mobilidade) vai ainda facilitar a instalação de postos de carregamento elétricos.

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Por fim, esta pretende oferecer às empresas a opção de proporem aos seus funcionários um bónus de 400 euros (livre de impostos) para que estes se desloquem para o emprego de bicicleta ou através de sistemas de car-sharing.

Fonte: Reuters

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