Arranque a Frio

O futuro do painel de instrumentos em 1988 era assim

"Eu sou do tempo" em que o painel de instrumentos digital do Fiat Tipo e do Tempra era das coisas mais fantásticas que podia haver num automóvel.

Excesso de nostalgia, talvez, mas para um petiz facilmente impressionável, quando o Fiat Tipo (1988) com a espetacular combinação de letras DGT surgiu, fiquei logo rendido… ao seu painel de instrumentos.

Sim, não foi o primeiro automóvel com painel de instrumentos digital, mas foi aquele com que tive oportunidade de interagir de forma mais aproximada — sobretudo no Tempra, anos mais tarde, igual ao do vídeo.

Para uma criança na altura, era o mais próximo do que se via nos filmes de ficção científica e, claro, do fantástico interior do KITT que se via na televisão ao domingo à tarde — nada de versões dubladas

Era claramente o futuro… Futuro que demoraria quase três décadas até o “digital” conquistar totalmente o interior — e agora, curiosamente, é um cenário que me deixa receoso. Porquê?

Os interfaces apresentam excesso de informação e opções, são complexos e nada intuitivos de operar, e revelam-se armas de distração massiva — nada desejável quando se está aos comandos de um automóvel. O futuro é hoje, mas necessita de ser repensado e melhor executado.

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Sobre o “Arranque a Frio”. De segunda a sexta-feira na Razão Automóvel, há um “Arranque a Frio” às 9h00 da manhã. Enquanto bebes o teu café ou ganhas coragem para começar o dia, fica a par de curiosidades, factos históricos e vídeos relevantes do mundo automóvel. Tudo em menos de 200 palavras.

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