Nova geração está a caminho

Toyota Supra. Conhece como era, para imaginares como será

Lembras-te do Toyota Supra? Pois é, está de regresso! Porém e enquanto a nova geração não chega, mostramos-te tudo o que ficou para trás, desde 1978!

Quinze anos depois de ter desaparecido, o Toyota Supra, que os portugueses certamente se recordarão mais facilmente como Toyota Celica Supra, está prestes a regressar às estradas. No entanto, para trás está um percurso iniciado em 1978 e um total de quatro gerações, que agora, através de um curto vídeo de pouco mais de um minuto, convidamos-te a conhecer… ou relembrar.

Toyota Supra

Dado a conhecer, pela primeira vez, há quase 40 anos, como parte da gama Celica, trocava o quatro cilindros deste por um seis cilindros em linha com 2.0 litros, com potências que variavam entre os 110 e 123 cv, o Toyota Celica Supra original assumiu-se, desde sempre, como um verdadeiro desportivo. Não apenas fruto da utilização de soluções inovadoras, como o sistema de discos de travão nas quatro rodas e da injeção eletrónica, mas, principalmente, de uma capacidade de aceleração que lhe permitia ir dos 0 aos 100 km/h em “apenas” 10,2 segundos.

Toyota Supra. Seis cilindros em linha, sempre

Entretanto e chegado ao ano de 1981, tanto o Supra, como a restante gama Celica, foi revista de alto a baixo, permitindo à variante mais desportiva da família adotar um mais imponente seis cilindros em linha turbo, a debitar 145 cv de potência e 210 Nm de binário, isto na mais luxuosa versão L-Type. Valores suficientes para que, por exemplo, o desportivo japonês descesse abaixo dos 10 segundos na aceleração dos 0 aos 100 km/h, ficando-se, mais precisamente, pelos 9,8s.

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Cinco anos depois do lançamento da segunda geração, mais precisamente em 1986, o Supra ganhou autonomia. Deixou de fazer parte do Celica, tendo passado a contar igualmente com uma nova plataforma e gama de motores. Com o modelo a anunciar, a partir daí, o valor impressionante de 200 cv de potência, mais uma vez, a partir de um seis cilindros em linha. O qual, apenas um ano depois, passaria a contar igualmente com turbocompressor.

Toyota Supra

Contudo e apesar de todas estas importantes alterações, seria só em 1993, que o Supra sofreria a sua maior transformação. A começar num design totalmente diferente do exibido pelos antecessores, recebendo também um novo seis cilindros em linha, o 2JZ-GE, que debitava 220 cv. Para se transformar no lendário 2JZ-GTE, foram adicionados dois turbocompressores, elevando a potência até aos 330 cv (280 cv mercado japonês) e o binário até aos 431 Nm. Valores que, aliás, lhe permitiam acelerar dos 0 aos 100 km/h em não mais que 4,6 segundos, mantendo-se, até hoje, como o Supra mais procurado de sempre. Culpa, também, da sua participação na saga “Fast and Furious”.

 

O futuro… com genes alemães

Entretanto, quinze anos após o desaparecimento deste último Supra, a Toyota prepara-se agora para lançar nova geração. Embora, desta feita, já não recorrendo, apenas e só, aos meios e know-how japoneses, mas também com genes alemães, graças à participação da BMW no seu desenvolvimento. Opção que levará a que o futuro desportivo japonês partilhe a plataforma com o novo BMW Z4.

Infelizmente, parece cada vez mais certo que este novo capítulo da saga Supra não surja com um seis cilindros em linha — motor que veremos no BMW Z4 —, mas sim com um V6 de 3.5 litros turbocomprimido, e, adicionalmente, associado a um motor elétrico.

Toyota FT-1 Concept
Toyota FT-1 Concept

No entanto, sejam quais forem os predicados do futuro Toyota Supra, a história e estatuto, construídos ao longo de quase 40 anos, já ninguém lhe tira…

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