As 7 “verdades” das políticas de gestão de frotas

A LeasePlan apresentou os resultados de um estudo de benchmarketing de políticas de gestão de frotas. A Razão Automóvel marcou lugar nos bancos da frente.

O estudo contou com a participação de 347 gestores de frota, que permitiram a obtenção de informação autossuficiente sobre 11 setores de atividade. Após a avaliação das políticas de gestão de frotas, a LeasePlan revela que a redução de custos continua a ser uma prioridade para os gestores de frota. Vejamos isto em 7 linhas chave:

As 7 verdades das políticas de gestão de frotas

1 – A prioridade para os gestores de frota são neste momento reduzir os custos diretos e indiretos com as suas frotas;

2 – As empresas tendem a assumir quase na totalidade os custos com as suas frotas. No que respeita a custos de combustível, portagens e sinistros observa-se em alguns casos uma partilha dos mesmos com os colaboradores;

3- As frotas geridas em Renting têm, na sua maioria, incluídos os serviços de Manutenção, gestão de pneus, veículo de susbtituição e seguro. O combustível e portagens tendencialmente são geridos pelas empresas;

4- A liberdade de escolha de um veículo aumenta de acordo com os níveis hierárquicos das empresas e os plafonds para selecção de veículos são maioritariamente estabelecidos em valor de renda;

5- As decisões estratégicas e operacionais da gestão de frota estão mais frequentemente na Direcção Financeira;

6- 88% das empresas têm uma Política de Frota escrita e publicada e a abrangência dos seus conteúdos está diretamente relacionada com o tamanho da frota;

7- O período de utilização de um veículo empresarial é normalmente 4 anos e as frotas são maioritariamente (75%) compostas por veículos de passageiros.

Já estão em curso melhorias estratégicas e planos de acção, que vão de encontro às pretensões de cada empresa. Para além do abrangente “Cost Savings Accelerator”, outros serviços de consultoria visam aprimorar as políticas de frota, como é o caso do GreenPlan que planeia reduzir a pegada ecológica e de outros estudos que possam mitigar o impacto fiscal.

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Imagem: Razão Automóvel

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