AMG continua em festa – SLS AMG GT3 45th Anniversary

Durante quatro décadas e meia a preparadora de sonho, AMG, viu crescer um produto que se tornaria numa referência de exclusividade, qualidade, alta performance e pneu bem queimado (excepto talvez algures na história…)

Quase meio ano depois de apresentar no Salão de Nova Iorque o SL 65 AMG 45th Anniversary, a marca alemã apresenta agora o segundo presente deste aniversário: o super-exclusivo SLS AMG GT3 45th Anniversary. Esta é uma versão apimentada do já bem picante SLS AMG GT3. Com os olhos postos no mercado de coleccionadores surge um SLS limitado a 5 unidades com características muito especiais – que incluem uma asa traseira e autocolantes possíveis de se verem do espaço – vê-lo a passar será um momento único.A começar pelas famosas portas “asa de gaivota” e a acabar nos spoilers, tudo é em fibra de carbono e no interior vive-se e respira-se competição pura e dura. Resumindo, este SLS não é para meninos e se têm dores de costas o melhor é ficarem em casa.

O embaixador AMG e piloto da Mercedes no DTM, Bernd Schneider, participou no desenvolvimento deste carro de sonho e do seu motor – um poderoso V8 de 6.3 litros. Quem o comprar tem diversão garantida – resta saber se algum destes cinco vai pisar um circuito, porque a estrada não vão de certeza, dado que os proprietários não terão autorização para tal.Qual o preço para esta brutalidade exclusiva? 446.250€, já com os 19% de IVA alemão. Mas se são um dos interessados, não se preocupem – o preço inclui uma visita à fábrica da AMG em Affalterbach e os cinco modelos serão entregues depois de passarem pelo crivo e certificado assinado pelo próprio Schneider, depois de o piloto explicar aos clientes tudo que há a saber sobre o modelo. A pedido, podem iniciar-se na competição, através de aulas em circuito.

É claro que tudo isto servirá apenas para aumentar o valor dos cinco exemplares, porque infelizmente e depois de serem entregues, duvido que algum volte a ver a luz do dia tão cedo – muito menos as curvas de um circuito.


Texto: Diogo Teixeira

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