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Estudo

Afinal quem anda mais: os condutores de carros elétricos ou de combustão?

O estudo, promovido pela Nissan, procurou descobrir a quantidade de quilómetros percorridos pelos condutores europeus de carros elétricos e a combustão.

Para uns, os automóveis elétricos são o futuro. Para outros, a “ansiedade da autonomia” continua a fazer deles uma solução apenas para quem percorre poucos quilómetros.

Mas, afinal de contas, quem percorre mais quilómetros anualmente (em média) na Europa? Os proprietários de veículos elétricos ou os fiéis aos combustíveis fósseis? Para descobrir a Nissan promoveu um estudo cujos resultados revelou em antecipação ao “World Environment Day” (Dia Mundial do Meio Ambiente, que se comemora a 5 de junho).

No total foram inqueridos 7000 condutores de veículos elétricos e com motor de combustão provenientes da Alemanha, Dinamarca, Espanha, França, Itália, Noruega, Países Baixos, Reino Unido e Suécia. Já a média de quilómetros anual refere-se, como seria de esperar, ao período “pré-COVID”.

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Postos de carregamento Nissan

Números surpreendentes

Apesar de os automóveis elétricos serem várias vezes vistos como uma solução para quem percorre poucos quilómetros, a verdade é que o estudo promovido pela Nissan vem comprovar que quem os tem anda (e muito) com eles.

Os números não mentem. Em média, os condutores europeus com veículos elétricos acumulam 14 200 quilómetros/ano. Já quem conduz veículos com motor de combustão fica-se, em média, pelos 13 600 quilómetros/ano.

Já no que aos países diz respeito, o estudo conclui que os condutores italianos de automóveis elétricos são os maiores “papa-quilómetros” com médias de 15 000 quilómetros/ano seguidos pelos holandeses, que percorrem anualmente, em média, 14 800 quilómetros.

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Mitos e receios

Além de ter permitido descobrir a média de quilómetros percorrida pelos condutores de veículos elétricos, este estudo trouxe ainda respostas a diversas questões relacionadas com os automóveis movidos, exclusivamente, a eletrões.

Para começar, 69% dos inquiridos que conduzem automóveis elétricos dizem-se satisfeitos com a atual rede de carregamento, havendo até 23% que afirmam que o mito mais comum acerca da utilização de carros elétricos é precisamente de que a rede não é suficiente.

Já para 47% dos utilizadores de automóveis com motor de combustão, a principal vantagem destes é a maior autonomia, sendo que dos 30% que afirmam ser pouco provável comprarem um automóvel elétrico, 58% justifica essa decisão precisamente com a “ansiedade da autonomia”.

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