Giorgio. A plataforma que projetou a Alfa Romeo para o futuro

Como manter o ADN de uma marca como a Alfa Romeo num futuro cheio de novos desafios? Conhece todos os detalhes da revolução operada pela Alfa Romeo nos seus modelos.

Chegar aos 108 anos de idade, mais de um século de existência, e ter preenchido a sua longa história com alguns dos automóveis mais desejados de sempre não é algo que qualquer um possa afirmar.

O séc. XXI trouxe novos desafios — a paisagem automóvel passou pelo seu maior período de mudança desde a invenção da “carruagem sem cavalos” — pelo que se torna imperativo conseguir fundações sólidas, mas flexíveis, que permitam uma rápida adaptação às constantes e rápidas mudanças de paisagem.

A Alfa Romeo formou uma “Skunk Works” em 2013, uma equipa que colocava engenheiros, técnicos e designers, a trabalhar em uníssono para responder a todos estes novos desafios, sem nunca perder de vista a essência da marca.

Nasce a Giorgio

Do seu trabalho nasceria uma nova plataforma, a Giorgio. Mais do que uma nova plataforma, era um manifesto sobre a essência da Alfa Romeo. A Giorgio marcou o regresso da marca à arquitetura que a definiu durante décadas: motor longitudinal frontal e tração traseira — com possibilidade de ter tração às quatro rodas — condição essencial para atingir os objetivos dinâmicos referenciais a que se propôs, ao permitir uma equilibrada distribuição de pesos 50:50.

Alfa Romeo Stelvio e Giulia Quadrifoglio NRING. Limitados a 108 unidades numeradas, uma edição especial para comemorar os 108 anos da marca italiana e os recordes no Nürburgring.

Esta plataforma recorre às mais recentes tecnologias e materiais, com o objetivo de obter um peso contido e elevados níveis de rigidez, capazes de garantir níveis de segurança referenciais. Mas é também flexível, permitindo não só variabilidade dimensional, mas também que derivem dela diferentes tipologias de modelos.

O regresso do Giulia

Inevitavelmente, o primeiro modelo a nascer desta nova base teria de ser uma berlina de quatro portas com o mais evocativo dos nomes — Giulia. A nova berlina, conhecida no dia do 105º aniversário da marca, em 2015, chegaria até nós no ano seguinte, com o ADN da “nova” Alfa Romeo.

Este ADN materializou-se, segundo a Alfa Romeo, no design, comportamento dinâmico e performance dos seus motores — destacando-se o 2.9 V6 Twin Turbo do Alfa Romeo Giulia Quadrifoglio.

Em sentido contrário ao da indústria, seria o Giulia Quadrifoglio — a variante mais potente e de mais elevadas prestações — o primeiro a ser conhecido, dele derivando as restantes versões, permitindo estender à restante gama Giulia as mesmas características dinâmicas e de condução.

Stelvio, o primeiro SUV

A flexibilidade da plataforma Giorgio foi colocada à prova um ano depois — o Stelvio era desvendado, o primeiro SUV da Alfa Romeo.

Devido à natureza intrínseca do modelo, difere consideravelmente do Giulia, sobretudo pela altura e distância ao solo.

As características da plataforma Giorgio foram importantes para que a Alfa Romeo conseguisse num SUV, colocar o ADN da marca italiana: as características dinâmicas e de condução do Stelvio evidenciaram-se de forma unânime entre todos os especialistas.

Numa constante procura pela performance, a Alfa Romeo apresentou o Stelvio Quadrifoglio, que combina o 2.9 V6 Twin Turbo e 510 cv do Giulia Quadrifoglio com a tração integral, redefinindo os limites do que um SUV pode fazer.

Diferentes, mas iguais

O Giulia e o Stelvio não podiam ser mais diferentes nos seus propósitos, mas a proximidade técnica dos dois é clara. Ambos partilham entre eles não só o V6 Twin Turbo das versões Quadrifoglio, mas também as restantes motorizações disponíveis.

Ainda a gasolina, ambos oferecem um motor 2.0 Turbo, com potências de 200 e 280 cv, sempre associados a uma caixa automática de oito velocidades. O 2.0 Turbo de 200 cv, no Stelvio, vem com tração traseira e o Giulia com 280 cv (Veloce), com tração integral.

Nas motorizações Diesel encontramos o motor 2.2 Turbo Diesel, com potências de 150, 180 e 210 cv. No Stelvio, os 2.2 Turbo Diesel de 150 e 180 cv estão disponíveis apenas com tração traseira, mas sempre com caixa automática de oito velocidades. No Giulia, os 2.2 Turbo Diesel de 150 e 180 cv podem ser adquiridos com caixa manual de seis velocidades, além da caixa automática de oito velocidades.

Este conteúdo é patrocinado porAlfa Romeo

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