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O Ferrari 288 GTO deveria ser sempre conduzido assim

O 288 GTO é um dos mais belos Ferrari de sempre. Devemos protegê-lo para o preservar... ou apreciá-lo devidamente na estrada?

Com os valores dos clássicos, sobretudo os mais especiais e exóticos, a ascender aos milhões de euros, muitos são os que preferem guardar as suas preciosas máquinas na garagem, indo ao ponto de os selarem com condições de temperatura e humidade controladas de forma exímia.

Mas nenhum carro, por mais caro, especial ou raro que seja, merece ficar fechado na garagem à espera que a sua cotação no mercado acrescente alguns zeros à conta do seu proprietário. É prescindir do seu objectivo primário: apreciá-lo não só quando está parado, mas sobretudo apreciá-lo quando é conduzido.

O lugar dos carros é na estrada, nas pistas, a desafiar as curvas e a gritar em plenos pulmões “dá-me mais gasolina”. Sobretudo quando se trata de um Ferrari 288 GTO, o primeiro capítulo de uma série de modelos muito especiais que ostentam a marca do cavallino rampante: F40, F50, Enzo e LaFerrari.

Este 288 GTO teve a sorte de ter um dono assim… que o alimenta com gasolina. Da mesma maneira que este vídeo alimenta a nossa paixão por automóveis. Che macchina!

Este pequeno filme é autoria da Petrolicius e leva-nos a conhecer, brevemente, um dos 272 carros produzidos.

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