Metam o bolo no forno… o Mercedes-Benz C124 faz 30 anos

Corria o ano de 1987 quando a Mercedes-Benz decidiu adicionar mais um membro à reputada família W124. Um opulente e elegante coupé conhecido internamente por Mercedes-Benz C124.

apresentação da nova geração do Classe E Coupé, este mês, foi um acontecimento importante por si só. Mas foi mais que isso, foi também o tiro de partida para a comemoração de outro acontecimento importante para a marca de Estugarda: os 30 anos do Mercedes-Benz C124. O bolo já está no forno e a festa preparada.

Apresentado em 1987 no Salão de Genebra, a Mercedes-Benz descrevia-o da seguinte forma:

“Um coupé capaz de aliar de forma harmoniosa a exclusividade, a performance, a tecnologia de ponta, elevados padrões de segurança e economia . Um modelo talhado de forma excepcional para oferecer elevados níveis de conforto, tanto nas deslocações diárias como nas viagens mais longas. Design exterior: desportivo e elegante – cada detalhes foi desenhado até à perfeição”.

As primeiras versões do Mercedes-Benz C 124 foram as 230 CE e 300 CE, seguidas pouco tempo depois pelas versões 200 CE, 220 CE e 320 CE. Em 1989 chegou o primeiro facelift e com ele o pack desportivo “Sportline”. Esta linha Sportline (equivalente ao atual pack AMG) adicionava ao coupé alemão umas suspensões mais desportivas, jantes e pneus de dimensões mais generosas, bancos traseiros individuais e um volante com um diâmetro mais reduzido.

Ainda em 1989, foi introduzida a versão 300 CE-24 que oferecia um motor de seis cilindros em linha com 220 cv de potência.

Em junho de 1993, a Mercedes voltou a operar algumas mudanças estéticas em toda a gama W124 e surge pela primeira vez a nomenclatura “Classe E” – que se mantém até aos dias de hoje. Por exemplo, a versão “320 CE” passou a ser conhecida por “E 320”. Ao longo de todos estes anos no ativo, toda a gama de motores foi revista, até à chegada da versão mais potente de todas, o E 36 AMG, lançado em setembro de 1993.

Este modelo foi um dos primeiros a receber “oficialmente” a sigla AMG, em virtude do acordo de cooperação assinado entre a AMG e a Mercedes-Benz em 1990.

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O fim da carreira comercial do Mercedes-Benz C124 chegou em março de 1996 – quase 10 anos depois. No total, venderam-se 141.498 unidades deste modelo.

O design tipicamente germânico, os elevados índices de fiabilidade, a tecnologia empregue e a qualidade de construção reconhecida aos modelos da Mercedes-Benz naquela época, valem ao C124 o estatuto de carro de culto.

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