Estas são as quatro novidades do «novo» Nissan GT-R

A atual geração do Godzilla, lançada em 2007, está prestes a comemorar 10 anos. E porque a concorrência não dá tréguas, a Nissan preparou mais um cocktail de novidades para manter o seu mais potente desportivo entre os melhores.

O Nissan GT-R surge no Salão de Nova Iorque, certame norte-americano que decorre esta semana, de cara lavada e com ligeiras melhorias técnicas que prometem dar um novo fôlego ao modelo nipónico – pelo menos até à chegada do tão aguardado sucessor do Godzilla.

Porque em equipa vencedora não se mexe (muito), a Nissan operou algumas atualizações nos pontos mais críticos do modelo nipónico. Fica a saber quais são:

1. Exterior
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Pouco muda em relação à versão pre-facelift. As maiores diferenças registam-se na dianteira, com a adopção da grelha V, semelhante àquele que é usada na restante gama da marca, e no novo para-choques redesenhado. Passando para a lateral, registamos umas saiais mais largas e alguns retoques meramente estético na traseira.

2. Interior
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Seguindo a linha de evolução registada a cada facelift do Nissan GT-R, a marca nipónica voltou a melhorar a montagem, apresentação e qualidade dos plásticos do interior. A consola central foi redesenhada e o número de botões foi reduzido (agora há menos 27 botões). Os amantes da condução desportiva vão ficar felizes com as novas patilhas no volante, mais fáceis de usar em condução «aplicada».

3. Motorização
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Não falta pulmão ao motor V6 de 3.8 litros bi-turbo do Nissan GT-R – aliás, nunca faltou. Uma vez mais a potência cresceu, atingindo agora os 570 cv de potência e os 637 Nm de binário. Esta ganho foi conseguido graças a mudanças no funcionamento de alguns componentes: entre eles os turbos de maior pressão, um novo mapeamento do motor e finalmente um sistema de escape reformulado (agora em titânio).

4. Chassi
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O chassi deverá ter sido o elemento que menos alterações sofreu neste facelift. A marca nipónica diz que melhorou a rigidez e a suspensão do GTR para oferecer mais estabilidade e suportar acelerações laterais mais fortes. Pronto para mais uns anos? Tudo indica que sim.

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