Estudo diz que o Porsche 911 é capaz de aumentar a testosterona

Não é só “sabedoria popular”. Um estudo da Concordia University’s John Molson School of Business no Canadá, decidiu testar a virilidade de um grupo de 39 jovens. Vamos ver onde entra o Porsche 911…

O tamanho e o preço dos brinquendos é a única coisa que distingue homens e rapazes. O filho tem miniaturas à escala e o pai conduz a última berlina da berra.

Um grupo de pesquisadores canadianos decidiu observar o comportamento de 39 jovens aleatoriamente selecionados em duas situações: primeiro teriam que dirigir um Porsche 911 Carrera Cabriolet de cerca de €150.000 numa rua lotada de verdadeiras galantes do sexo feminino; depois a mesma tarefa seria realizada num cenário de estrada deserta. Numa segunda fase, os mesmos rapazes fizeram exactamente os mesmos percursos, mas desta vez ao volante de um modesto Toyota Camry de 1993.

Ao longo de cada percurso, o nível de testosterona dos voluntários foi medido através de amostras de saliva. Os resultados são expectáveis…

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Quando se trata de dirigir um desportivo de luxo, os níveis de testosterona sobem astronomicamente. Curiosamente o público feminino não influencia este incremento. No caso do Toyota “lata velha”, os níveis de testosterona não sofreram alterações significativas.

“Carros desportivos como os modelos Porsche acabam por funcionar como uma cauda de pavão. É a necessidade do homem afirmar o seu carácter másculo e de mostrar ao sexo feminino que ele é a melhor opção, visto que ele pode conduzir um Porsche 911 Carrera Cabriolet e os concorrentes não, nem tão pouco alugar um.” | Gad Saad (Professor de Marketing da Concordia University’s John Molson School of Business)

No entanto, Saad não acredita que o carro vá direccionar a libido de um homem a longo prazo. No máximo, será uma forma de afirmar o seu status social.

Agora aqui entre nós que ninguém nos ouve (não deixem as vossas namoradas lerem isto), apesar de um Porsche ser pequeno demais para alguma casualidade dentro dele, é de certeza uma garantia (científica!) para o êxito cá fora.

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